De onde vêm os números
Todo número do Colinhas vem do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por três caminhos públicos:
- Resultados da apuração: os arquivos de totalização que o TSE publica na noite da eleição e atualiza até a última seção, por cargo, estado e município. É daqui que saem votos, percentuais, vagas, quociente eleitoral e a situação oficial de cada candidato.
- Candidaturas (Portal de Dados Abertos, consulta_cand): nome, nome de urna, número, partido, cargo e situação do registro. É o cadastro que dá a cada candidato uma página.
- Prestação de contas (Portal de Dados Abertos): receitas e despesas declaradas por cada campanha, que somamos por candidato e por origem do recurso.
- Votação por seção (Portal de Dados Abertos): os votos de cada candidato em cada seção eleitoral, com o local de votação e o endereço.
Quando atualiza
Durante a apuração, um robô consulta o TSE a cada 30 segundos e grava o que mudou. Cada página mostra a hora da última totalização do TSE ("Atualizado em dd/mm às hh:mm"). Com 99,5% das seções totalizadas o resultado é considerado aberto e aparece completo para todo mundo; antes disso, o acompanhamento ao vivo é da campanha assinante. Fora da apuração, as páginas mostram o resultado oficial consolidado.
Como calculamos
- Percentual: votos do candidato divididos pelos votos válidos do cargo na abrangência (estado ou país). Votos válidos não incluem brancos e nulos — é o mesmo critério do TSE.
- Posição: a ordem por votos entre todos os candidatos do cargo na mesma abrangência. Em empate, vale a ordem alfabética do nome de urna.
- Situação: é a do TSE, sem interpretação nossa. "Eleito por QP" é quem entrou pelo quociente partidário; "eleito por média", pela distribuição das sobras; "suplente" é quem ficou na fila do partido ou federação; "não eleito" não teve vaga; "2º turno" disputa a segunda rodada. No texto, "ganhou" e "não ganhou" traduzem essas situações.
- Quociente eleitoral: votos válidos divididos pelas vagas, como o TSE divulga. Serve para os cargos proporcionais (deputado federal, estadual e distrital).
- Arrecadado e gasto: soma das receitas e das despesas contratadas declaradas na prestação de contas, em reais, sem desconto de devoluções. Enquanto o TSE só tiver a prestação parcial, a página avisa; a final substitui a parcial quando publicada.
- Gasto por voto: despesas declaradas divididas pelos votos recebidos. É uma métrica do Colinhas, não do TSE.
- Comparação com 2022: os votos de 2022 vêm dos mesmos arquivos de resultado daquela eleição, por município, comparados ao mesmo recorte de 2026.
O que o Colinhas não faz
Não publica pesquisa de intenção de voto, não projeta resultado antes da totalização e não registra o voto de ninguém: a colinha que o eleitor monta é uma lista de números, sem ligação com a urna.
Erros e correções
O dado pode ter atraso em relação ao TSE (alguns minutos na noite da apuração) e candidaturas em julgamento podem mudar de situação. Para apontar um erro, escreva para [email protected] com o link da página; conferimos contra o arquivo original do TSE e corrigimos, registrando a data da correção.
Reuso e citação
Os agregados em /dados são CC BY 4.0. Cite como "Colinhas (colinhas.com.br), com dados do TSE". Os dados brutos continuam sendo do TSE e seguem a licença do Portal de Dados Abertos.
Veja também: sobre o Colinhas · política de privacidade.