Eleições 2026: Debates e disputas estaduais entre Lula e Flávio Bolsonaro
A disputa nacional e os debates em Mato Grosso do Sul expõem o cenário político de 2026.
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de REDE BRASIL DE TELEVISÃO, Acesse Política
Debates em Mato Grosso do Sul sobre o segundo turno nacional
A disputa pela Presidência da República no segundo turno das eleições de 2026 mobilizou debates na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) em uma quarta-feira (14). As candidaturas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) foram o foco das manifestações no plenário, com os deputados Pedro Kemp (PT) e Zé Teixeira (PL) protagonizando o debate durante o Grande Expediente e as Explicações Pessoais.
Os parlamentares abordaram temas como corrupção, democracia, direitos trabalhistas, políticas sociais, segurança pública, economia e liberdade religiosa. Pedro Kemp, ao se manifestar sobre o segundo turno, classificou o momento como decisivo para o futuro do país e fez críticas à trajetória política de Flávio Bolsonaro, mencionando suspeitas e denúncias que, segundo ele, devem ser consideradas pelos eleitores.
Kemp afirmou que a nação brasileira está diante de uma 'decisão importante para a história do país', relacionando a disputa eleitoral à continuidade de políticas sociais e à manutenção dos direitos trabalhistas. O deputado também questionou o posicionamento do candidato do PL em relação à jornada de trabalho e às propostas para o país, defendendo que a eleição define prioridades, especialmente para trabalhadores e beneficiários de programas sociais.
A deputada Gleice Jane (PT) ampliou o debate, focando em questões de intolerância religiosa, violência e ataques a instituições de ensino, questionando o momento em que pessoas teriam direito à sua liberdade religiosa. Por sua vez, Zé Teixeira (PL) contestou as declarações de Kemp, defendendo o direito de escolha política e religiosa dos eleitores e apresentando críticas à gestão federal, especialmente nas áreas de economia, infraestrutura e segurança pública.
Zé Teixeira criticou a interpretação de Kemp sobre processos judiciais envolvendo Lula e mencionou denúncias e investigações relacionadas a governos petistas. Ele argumentou que o país precisa avançar na segurança pública e criar condições para que a população trabalhe e produza, citando o combate à criminalidade e a necessidade de medidas mais rigorosas contra organizações criminosas.
Quem aparece nesta matéria
- Ver a apuração de Lula →

LULA
Presidente · Brasil · PT
Eleito - Ver a apuração de Flavio →

FLAVIO BOLSONARO
Presidente · Brasil · PL
2º turno - Ver a apuração de Pedro →

PEDRO KEMP
Deputado Estadual · MS · PT
Eleito - Ver a apuração de Zé →

ZÉ TEIXEIRA
Deputado Estadual · MS · PL
Eleito - Ver a apuração de Gleice →

PROFESSORA GLEICE JANE
Deputado Estadual · MS · PT
Eleito - Ver a apuração de Mailza →

MAILZA ASSIS
Governador · AC · PP
Eleito - Ver a apuração de Alan →

ALAN RICK
Governador · AC · REPUBLICANOS
2º turno - Ver a apuração de Omar →

OMAR AZIZ
Governador · AM · PSD
Eleito
Apuração: Mato Grosso do SulApuração do PTApuração do PLApuração: Distrito FederalApuração: AcreApuração do PPApuração: AmazonasApuração: Espírito SantoApuração: Rio Grande do NorteApuração do UNIÃOApuração: TocantinsApuração: Rio de Janeiro
Disputas estaduais e o impacto da polarização em 2026
O segundo turno das eleições de 2026 não se limitou aos debates nacionais, definindo também os governadores de seis estados e do Distrito Federal. As disputas estaduais ocorreram em um contexto de polarização entre o presidente Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro, mas os interesses regionais e as alianças políticas continuam sendo fatores centrais.
Em diversas campanhas, o alinhamento com os presidenciáveis é um elemento central da estratégia, embora os candidatos também busquem evitar que a disputa nacional sobreponha-se aos temas locais. A forma como as alianças são formadas e a avaliação dos governos anteriores são fatores que devem pesar na votação.
No Acre, a governadora Mailza Assis (PP) disputa com o senador Alan Rick. No Amazonas, o senador Omar Aziz, aliado de Lula, compete com a empresária Maria do Carmo, que conta com apoio de Flávio Bolsonaro. Já no Distrito Federal, a governadora Celina Leão (PP) enfrenta Leandro Grass, com o apoio de Flávio Bolsonaro para a ex-governadora e o candidato petista buscando associar sua campanha a Lula.
Outros estados em disputa incluem o Espírito Santo, onde Lorenzo Pazolini, apoiado por Flávio, disputa com Ricardo Ferraço; o Rio Grande do Norte, com Allyson Bezerra (União Brasil) e Cadu Xavier (PT) em um cenário de empate técnico; o Tocantins, onde Professora Dorinha (União Brasil) enfrenta Vicentinho Júnior; e o Rio de Janeiro, com Douglas Ruas (PL) e Eduardo Paes.
As sete disputas para governador mostram que, apesar da polarização entre Lula e Flávio Bolsonaro, a importância das questões estaduais e a formação de alianças locais não são eliminadas.
Luiz Inácio Lula da SilvaFlávio BolsonaroPedro KempZé TeixeiraGleice JaneMailza AssisAlan RickOmar AzizMaria do CarmoCelina LeãoLeandro GrassLorenzo Pazolini
Fontes
- REDE BRASIL DE TELEVISÃO: Deputados debatem disputa entre Lula e Bolsonaro no segundo turno nacional
- Acesse Política: Segundo turno nos estados expõe disputa entre aliados de Lula e Flávio Bolsonaro
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.