Eleições 2026: Ministros do TSE e STF descartam anular pleito
Avaliação predominante aponta que questionamentos sobre a votação não devem prosperar
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de Agenda do Poder, O GLOBO, Folha de S.Paulo
Avaliação jurídica sobre a anulação do pleito
A avaliação predominante entre integrantes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Supremo Tribunal Federal (STF) é que questionamentos sobre a anulação das eleições de 2026 não devem prosperar. Segundo o Agenda do Poder e O GLOBO, ministros das duas cortes descartaram a possibilidade de invalidar o pleito, apesar das alegações de Flávio Bolsonaro (PL) de que o resultado deveria ser contestado.
Ao anunciar a vitória de Lula (PT) na noite de domingo (25), o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, afirmou que a prorrogação do horário de votação não comprometeu a apuração. Ele declarou que 'não houve nenhuma alteração advinda da decisão judicial', e que seria impossível determinar em poucas horas se algum efeito colateral, especialmente tecnológico, de uma decisão judicial impactaria significativamente a apuração.
Os ministros citaram a diferença de votos como um argumento contra a contestação. De acordo com o GLOBO e o Agenda do Poder, Lula recebeu 64,2 milhões de votos, representando 51,79% dos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro obteve 59,8 milhões, ou 48,21%. A diferença de aproximadamente 4,4 milhões de votos foi mencionada como um dos argumentos utilizados pelos tribunais.
Além disso, foi apontado que a própria campanha do candidato do PL havia solicitado ao TSE a ampliação do horário de votação até as 19h, em municípios de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e São Paulo, sob o argumento de fortes chuvas.
Quem aparece nesta matéria
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FLAVIO BOLSONARO
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LULA
Presidente · Brasil · PT
Eleito
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Alegações de fraude e problemas logísticos
Sobre alegações de fraude, o TSE desmentiu a declaração de Flávio Bolsonaro de que os fiscais do PL teriam sido 'retirados de dentro da sala-cofre'. Tanto o Agenda do Poder quanto o GLOBO relataram que a Justiça Eleitoral classificou essa afirmação como 'falsa', pois o espaço não é aberto à visitação.
A Justiça Eleitoral esclareceu que outras áreas do Tribunal, como a Sala de Totalização, podem ser visitadas por fiscais de partidos, observadores internacionais, advogados e membros do Ministério Público, que acompanham a totalização e a divulgação dos resultados do pleito.
Os relatos de dificuldades no transporte público também foram mencionados. De acordo com o GLOBO, na manhã do domingo, eleitores de Salvador relataram problemas para chegar às urnas devido à redução da frota de ônibus. Em resposta, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia determinou o restabelecimento do serviço e ordenou a prisão do secretário municipal de Mobilidade, Pablo Souza, que estava fora do país.
A prorrogação do horário foi um processo complexo. Inicialmente, a campanha de Lula (PT) recorreu à Justiça Eleitoral devido a dificuldades no transporte público em cidades baianas. Sete minutos depois, o PT pediu ao TSE a extensão da votação até as 19h em três cidades baianas. Mais tarde, a campanha de Flávio Bolsonaro solicitou a extensão do horário em 17 municípios de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e São Paulo, atingidos por fortes chuvas.
Divergências e o reconhecimento do resultado
Apesar dos questionamentos, os ministros do TSE e do STF mantiveram o reconhecimento do resultado eleitoral. O presidente do STF, Edson Fachin, defendeu o respeito à vontade soberana dos eleitores e afirmou que eventuais controvérsias devem ser resolvidas dentro dos limites constitucionais.
No entanto, os bastidores do processo geraram críticas. Segundo o Agenda do Poder, integrantes da Justiça Eleitoral consideraram a decisão do ministro Cristiano Zanin (STF) uma interferência na competência do TSE. No Supremo, uma ala questionou a demora de Kassio Nunes Marques (TSE) para analisar denúncias sobre transporte.
Apesar dessas divergências internas, o resultado foi confirmado publicamente. Os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e da Câmara, Hugo Motta, também reconheceram a reeleição e telefonaram para Lula. O presidente do Senado, Alcolumbre, declarou que 'Venceu hoje a democracia. Não há o que se contestar'.
A Folha de S.Paulo informou que dois ministros do STF aliados a Zanin defenderam a decisão de prorrogação devido à gravidade dos relatos sobre obstáculos ao transporte de eleitores, e que, segundo eles, não havia motivos para anular o pleito, pois a Constituição estabelece datas fixas para as eleições.
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Fontes
- Agenda do Poder: Ministros do TSE e do STF descartam contestação de Flávio para anular eleição e reconhecem vitória de Lula
- O GLOBO: Ministros do STF e do TSE descartam anulação das eleições defendida por Flávio e reconhecem vitória de Lula
- Folha de S.Paulo: Ministros veem erros do TSE e do STF sobre prorrogação e esperam contestações, mas descartam anular eleição
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.