Flávio Bolsonaro apaga críticas ao Bolsa Família e regra de transição
Análise de fontes sobre o histórico de postagens do senador e a defesa do programa social
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de CartaCapital, PCdoB, Folha de S.Paulo
O histórico de críticas ao Bolsa Família
Segundo o CartaCapital, Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência, apagou publicações antigas em que criticava o Bolsa Família. As mensagens, datadas entre 2010 e 2014, foram recuperadas e passaram a ser usadas por aliados do presidente Lula, com quem ele disputa o segundo turno.
O jornal O Estado de São Paulo, segundo o CartaCapital, fez o download de todas as publicações do filho de Jair Bolsonaro no X em junho deste ano, permitindo que reportagens mostrassem como o candidato mudou de posicionamento em relação ao programa nos últimos anos.
Em novembro de 2011, quando era deputado estadual no Rio de Janeiro, Flávio chamou o programa Renda Melhor, criado pelo governo fluminense, de “bolsa-farelo”. Ele votou contra a proposta e classificou a iniciativa como uma medida de “caráter clientelista eleitoral”, conforme detalha o Folha de S.Paulo.
Outras críticas registradas incluem, em março de 2010, a afirmação de que “30 milhões recebem bolsa-família, 80% dos eleitores votam em troca de alguma coisa”, e em abril do mesmo ano, o alerta de que “Enquanto se trocar voto por cesta básica, bolsa-família e esmola o Brasil não vai para frente”, segundo o CartaCapital.
Em uma publicação de junho de 2013, o então deputado associou o programa à estratégia eleitoral do PT, escrevendo que “O PT perpetua a pobreza com o bolsa-farelo, mantendo as pessoas nessa dependência para não perder seus votos”, segundo o CartaCapital.
Quem aparece nesta matéria
- Ver a apuração de Flavio →

FLAVIO BOLSONARO
Presidente · Brasil · PL
2º turno - Ver a apuração de Lula →

LULA
Presidente · Brasil · PT
Eleito - Ver a apuração de Jair →

JAIR BOLSONARO
Deputado Federal · SC · PL
Eleito
Apuração do PLApuração: São PauloApuração: Rio de JaneiroApuração do PTApuração: BahiaApuração do PCdoB
Mudança de discurso e a regra de transição
As publicações antigas de Flávio Bolsonaro contrastam com o discurso que o senador adotou nos últimos anos, conforme apuram as fontes. Em 2019, ele já havia começado a publicar mensagens favoráveis ao programa, incluindo manifestações sobre o pagamento do 13º aos beneficiários.
Mais recentemente, em junho, Flávio defendeu ampliar o período em que as famílias poderiam continuar recebendo o auxílio após conseguir emprego formal ou abrir um negócio, segundo o CartaCapital. Na ocasião, ele negou ter mudado de posição e afirmou que o Bolsa Família é um direito conquistado pela população.
Sobre essa defesa, a coordenadora da campanha do candidato do PL, Daniella Marques, declarou, em entrevista à CBN Bahia, que, caso eleito, o senador propõe estabelecer um período de transição de dois anos para o desligamento de beneficiários do Bolsa Família, caso abram um negócio ou aceitem emprego formal, segundo o PCdoB.
Segundo o Folha de S.Paulo, a regra de proteção atual prevê que o beneficiário terá direito a 50% do valor do Bolsa Família por até 12 meses, mesmo quando a renda ultrapassar os R$ 218 por pessoa. A proposta de Daniella Marques, segundo o Folha de S.Paulo, visa aumentar esse período de transição para dois anos.
O PCdoB também citou um estudo da Fundação Getulio Vargas, elaborado com base em registros administrativos do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, que aponta que beneficiários do programa responderam por 85,18% do saldo líquido de empregos formais no país entre janeiro de 2023 e julho de 2026.
Flávio BolsonaroLulaPLPTPCdoBFlávio BolsonaroBolsa FamíliaPLcriticatransição
Fontes
- CartaCapital: Flavio Bolsonaro apaga publicações contra o Bolsa Família
- PCdoB: Daniel Almeida reage a ataque de Flávio Bolsonaro contra Bolsa Família
- Folha de S.Paulo: Flávio Bolsonaro apaga posts com críticas ao Bolsa Família
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.