Flávio Bolsonaro e o mapa da América Latina
Eleições 2026: A influência de Flávio Bolsonaro na região e a Doutrina Monroe
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de O GLOBO, Folha de S.Paulo
O contexto eleitoral brasileiro e a influência regional
Segundo o Folha de S.Paulo, Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, recebeu o maior número de votos no primeiro turno da eleição, tornando-se o grande favorito à Presidência quando enfrentar Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno, em 25 de outubro.
Ambos os veículos apontam que o Brasil é considerado a principal peça que falta na crescente lista de aliados dos Estados Unidos na América Latina.
O New York Times, citado por ambos os jornais, avalia que a vitória de Flávio Bolsonaro em 2026 mudaria o mapa de influência na região, pois a sequência de vitórias de políticos de direita já havia favorecido o objetivo do presidente Donald Trump de ampliar a influência dos Estados Unidos sobre a América Latina.
Os brasileiros deram o controle do Congresso e de governos estaduais em todo o país a políticos de direita, incluindo quatro novos parlamentares federais da família Bolsonaro.
Quem aparece nesta matéria
- Ver a apuração de Flavio →

FLAVIO BOLSONARO
Presidente · Brasil · PL
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JAIR BOLSONARO
Deputado Federal · SC · PL
Eleito - Ver a apuração de Lula →

LULA
Presidente · Brasil · PT
Eleito
A estratégia de controle dos EUA na América Latina
Ambos os jornais relatam que o governo Trump está empenhado em exercer níveis inéditos de controle sobre a região.
Segundo as fontes, esse controle se manifesta por meio de tarifas, sanções, ataques aéreos, revogações de vistos e intervenções eleitorais.
As fontes também mencionam um bloqueio ao petróleo de Cuba e a captura do ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.
O New York Times, citado pelo O GLOBO, considera essa investida como a "versão mais agressiva do presidente Trump da Doutrina Monroe", que foi formulada em 1823, reivindicando a primazia da Casa Branca na América Latina.
A combinação da política de Trump com a ascensão da direita está provocando uma mudança fundamental na região, especialmente em matéria de segurança.
Segurança e a cooperação anticartéis
As fontes indicam que o governo Trump fez de uma nova guerra às drogas sua principal prioridade na América Latina, comparando o combate aos poderosos cartéis à guerra ao terror no Oriente Médio.
O Departamento de Estado classificou 21 grupos criminosos da América Latina como organizações terroristas, segundo o Folha de S.Paulo.
O Pentágono realizou 71 ataques contra embarcações nas águas ao redor da América Latina, matando quase 240 pessoas que foram afirmadas serem narcotraficantes, embora muitos especialistas em direito considerem os ataques ilegais.
O NYT, citado pelo O GLOBO, ressalta que esse tipo de cooperação que o governo Trump quer expandir é o alinhamento ideológico e a disposição de intervir militarmente.
Flávio Bolsonaro é apontado como um entusiasta de Trump, e já pressionou por que o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho fossem classificados como grupos terroristas, segundo o Folha de S.Paulo.
As fontes mencionam que dezoito países latino-americanos aderiram a uma nova coalizão contra os cartéis, liderada pelos EUA, e que pelo menos quatro deles — Colômbia, Guatemala, Honduras e Equador — concordaram em realizar operações militares conjuntas com o Pentágono.
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Fontes
- O GLOBO: Vitória de Flávio Bolsonaro praticamente completaria o mapa da 'América Latina de Trump', diz New York Times
- Folha de S.Paulo: Vitória de Flávio Bolsonaro pode deixar Donald Trump perto de completar seu mapa da América Latina
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.