Garotinho e a eleição do Rio: anulação de votos e o primeiro turno
Ex-governador critica o cenário político após decisão do TSE que altera o resultado da disputa estadual.
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de Pleno.News, Times Brasil | CNBC, Estadão
A anulação dos votos e o novo cenário eleitoral
Segundo o Pleno.News e o Estadão, o ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos) afirmou que “o crime e a corrupção venceram” após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anular os 274.411 votos recebidos por ele no primeiro turno das eleições.
A decisão, ocorrida nesta quinta-feira (8), deve encerrar a disputa pelo governo do Rio de Janeiro no primeiro turno, abrindo caminho para Douglas Ruas (PL) vencer a eleição estadual.
Inicialmente, Ruas e Eduardo Paes (PSD) disputariam o segundo turno. Antes da anulação, Ruas liderava a votação com 4.271.199 votos (49,27% dos válidos), e Paes aparecia em segundo lugar, com 3.706.984 votos (42,76%).
Com a exclusão dos votos de Garotinho, eles deixam de compor a base de cálculo dos votos válidos, fazendo com que Ruas passe a ter aproximadamente 50,9% dos votos válidos, um percentual que permite sua eleição no primeiro turno, conforme apurado pelo Times | CNBC e pelo Estadão.
Quem aparece nesta matéria
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DOUGLAS RUAS
Governador · RJ · PL
Eleito - Ver a apuração de Eduardo →

EDUARDO PAES
Governador · RJ · PSD
2º turno
Apuração do REPUBLICANOSApuração: Rio de JaneiroApuração do PLApuração do PSD
Declarações de Garotinho sobre o cenário político
Em sua manifestação, Garotinho criticou o cenário político do Rio de Janeiro, afirmando que “as instituições estaduais estão apodrecidas”. Ele apontou setores como o Executivo, Legislativo e Judiciário, além de órgãos de controle, polícias, prefeituras e câmaras municipais, como estando comprometidos.
O ex-governador atribuiu o controle de áreas estratégicas do estado ao crime organizado e à corrupção. Segundo ele, sua candidatura visava enfrentar essa situação e evitar o agravamento do quadro.
Garotinho declarou ter assumido riscos ao denunciar o que ele considera ser a influência de organizações criminosas sobre o poder público. Ele afirmou que tentou expor a situação, mas que “o crime e a corrupção venceram”.
Em suas falas, ele mencionou que ainda paga um preço por suas escolhas e que não cedeu às pressões do que chamou de “poder paralelo”, concluindo que “nunca me chamarão de covarde”. (Times | CNBC; Estadão)
A controvérsia legal da candidatura
A controvérsia sobre a candidatura de Garotinho teve início em 11 de setembro, quando o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) negou seu registro. A Corte considerou que o ex-governador ainda teria os direitos políticos suspensos devido a uma condenação por improbidade administrativa.
O processo envolve a análise do prazo de oito anos de inelegibilidade previsto na Lei da Ficha Limpa. A condenação está ligada ao período em que Rosinha Matheus, esposa de Garotinho, governava o estado e ele ocupava a Secretaria de Governo.
No desenrolar da campanha, o caso passou por decisões divergentes. Em 2 de outubro, o ministro Floriano Marques revogou uma liminar favorável, mantendo os votos de Garotinho anulados *sub judice*.
Posteriormente, em 4 de outubro, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, determinou que os votos continuassem sendo contabilizados até o julgamento final pelo plenário. Contudo, um dia após o primeiro turno, Garotinho formalizou a desistência do recurso, classificando-a como
Fontes
- Pleno.News: ‘Crime e corrupção venceram’, diz Garotinho após decisão do TSE
- Times Brasil | CNBC: DECISÃO 2026: Garotinho acusa avanço do crime no Rio após TSE anular votos e favorecer Ruas
- Estadão: Garotinho diz que o ‘crime e a corrupção’ venceram após decisão do TSE que anulou seus votos no Rio
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.