Garotinho e Rio: MPE defende desistência pode definir eleição
MPE recomenda que TSE aceite desistência de Garotinho, o que pode alterar o resultado do primeiro turno no Rio de Janeiro.
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de Pleno.News, Revista Oeste, Jovem Pan
Recomendação do MPE e impacto eleitoral
Segundo o Pleno.News e o Jovem Pan, a Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) recomendou que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aceite a desistência de Anthony Garotinho (Republicanos) em seu recurso contra o indeferimento da candidatura ao governo do Rio de Janeiro.
Essa decisão é crucial para o resultado das eleições no estado. Caso a desistência seja aceita, os 274.411 votos dados a Garotinho seriam anulados, o que abriria caminho para a Corte definir a vitória de Douglas Ruas (PL) sobre Eduardo Paes (PSD) no primeiro turno.
Em ambos os veículos, foi mencionado que, mesmo que o TSE não aceite a desistência, o Ministério Público Eleitoral (MPE) pede que o recurso seja rejeitado. Dessa forma, a candidatura de Garotinho seria indeferida de qualquer maneira.
Apesar de o regimento do TSE indicar a inviabilidade de desistência de recurso após o fim de um pleito, o vice-procurador-geral Eleitoral, Alexandre Espinosa, afirmou que, mesmo que a Corte não aceite a desistência, o resultado do julgamento seria igual, sugerindo que é possível abrir uma exceção para agilizar o processo.
Quem aparece nesta matéria
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DOUGLAS RUAS
Governador · RJ · PL
Eleito - Ver a apuração de Eduardo →

EDUARDO PAES
Governador · RJ · PSD
2º turno
Apuração: Rio de JaneiroApuração do REPUBLICANOSApuração do PLApuração do PSD
Questões de elegibilidade e a condenação de Garotinho
Tanto o Pleno.News quanto o Jovem Pan relatam que o MPE sustenta que Garotinho não cumpria as condições de elegibilidade previstas na Constituição.
O registro de Garotinho foi indeferido pelo TRE-RJ devido a uma condenação por improbidade administrativa que suspendeu seus direitos políticos por oito anos.
O processo judicial envolve fatos ocorridos entre 2005 e 2006, período em que ele atuou na Secretaria de Estado de Governo, durante o governo de Rosinha Garotinho, e que apontou irregularidades na transferência de recursos da área da Saúde.
A divergência jurídica, conforme apontado pelas fontes, reside no momento de início da contagem dos oito anos de suspensão. A defesa de Garotinho argumenta que o período começou em 2018 e já havia terminado antes da eleição. Por outro lado, o TRE-RJ considerou como referência o trânsito em julgado da condenação, ocorrido em 2025, o que manteria o ex-governador impedido de concorrer até 2033.
Impacto da anulação de votos no primeiro turno
A anulação dos votos de Garotinho pode alterar a configuração do primeiro turno. Segundo a Revista Oeste, o candidato recebeu 274.411 votos, totalizando 3,17% da votação.
Com a totalização atual, Douglas Ruas (PL) liderava o primeiro turno com 4.271.199 votos, representando 49,27% dos votos válidos, e Eduardo Paes (PSD) ficou em segundo lugar com 3.706.984 votos, correspondentes a 42,76%.
A Revista Oeste detalha que, ao recalcular a base de votos válidos após a possível anulação dos votos de Garotinho, Ruas poderia superar a marca de 50% e vencer a eleição ainda no primeiro turno.
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Fontes
- Pleno.News: MPE é favorável a desistência de Garotinho; Ruas pode ser eleito
- Revista Oeste: MPE apoia desistência de Garotinho, e Ruas pode vencer no 1º turno
- Jovem Pan: MPE se manifesta a favor da desistência de Garotinho e Ruas deve ser eleito
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.