Marcelo Queiroz volta à mira da PF por contratos de R$ 200 milhões
Operação Castratio investiga suspeitas de fraude em licitações de castração de animais no RJ
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de Correio Braziliense, TV Sim Brasil, Gazeta do Povo
Nova fase da Operação Castratio
A Polícia Federal (PF) deflagrou a segunda etapa da Operação Castratio, que investiga suspeitas de irregularidades em contratos públicos no Rio de Janeiro. Nesta nova fase, agentes cumpriram cinco mandados de busca e apreensão em municípios do Rio de Janeiro e Niterói.
As ordens judiciais para a ação foram emitidas pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, devido ao foro por prerrogativa de função do deputado Marcelo Queiroz.
O objetivo desta segunda fase é apurar a extensão de um suposto grupo criminoso e suas práticas ilegais, sendo desencadeada pelos materiais coletados durante a primeira etapa da operação, realizada em maio de 2026.
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MARCELO QUEIROZ
Deputado Federal · RJ · PSDB
Eleito
Investigação de contratos de castração de animais
A investigação foca em contratos firmados entre a Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seappa) e uma empresa privada, a Consuvet, para serviços de castração e esterilização de animais. Os contratos sob suspeita totalizam cerca de R$ 200 milhões.
Segundo a PF, as suspeitas levantadas incluem superfaturamento, direcionamento e fraude em licitações. Os fatos investigados ocorreram no período em que Marcelo Queiroz era titular da Seappa.
Os materiais obtidos na primeira fase da operação levantaram indícios de que Queiroz poderia ter usado seu envolvimento com a causa animal para obter vantagens políticas através dos contratos.
A PF apura possíveis crimes como peculato, corrupção (ativa e passiva) e lavagem de dinheiro, segundo os relatos.
A Gazeta do Povo acrescenta que a Consuvet teria vencido a licitação e teria sido criada apenas três meses antes da assinatura dos contratos milionários. Além disso, a empresa só teria obtido o registro necessário no Conselho Regional de Medicina Veterinária após a assinatura do contrato.
Alegações e envolvidos na investigação
A PF apurou irregularidades em contratos formados entre o governo do Rio de Janeiro e a empresa Consuvet. As investigações também apontaram possíveis irregularidades envolvendo Antônio Emílio Santos, diretor administrativo e financeiro da Secretaria de Agricultura, que antes de se tornar sócio da empresa, autorizou a abertura da licitação que contratou a Consuvet.
Enquanto a PF investiga as suspeitas, a defesa de Queiroz já havia alegado, na primeira fase, interesse eleitoral nas eleições municipais de 2024. Segundo os advogados, a ação teria se originado com alegações infundadas no período eleitoral de sua candidatura a prefeito em 2024.
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Fontes
- Correio Braziliense: Marcelo Queiroz volta à mira da PF por contratos de R$ 200 bilhões
- TV Sim Brasil: PF mira deputado Marcelo Queiroz em fraude de R$ 200 mi no RJ
- Gazeta do Povo: Deputado reeleito do RJ volta à mira da PF por contratos de R$ 200 milhões
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.