Meta e eleições 2026: Falhas técnicas e paridade de armas
Plataforma nega favorecimento e enfrenta decisões judiciais sobre conteúdo político
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de UOL Notícias, A Crítica de Campo Grande, CartaCapital
Alegações de falhas técnicas e limitações de conteúdo
Segundo o UOL Notícias, a Meta afirmou que não toma partido nas eleições brasileiras de 2026, negando alegações de favorecimento ou interferência em nome de qualquer candidato ou grupo político. A empresa atribuiu incidentes técnicos a falhas globais.
O UOL Notícias reportou que, em 9 de outubro, a campanha de Lula teria ficado impossibilitada de impulsionar postagens no feed do Instagram por quase 24 horas, segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo. A Meta, contudo, alegou que o problema foi uma 'falha global no Gerenciador de Anúncios', causada por uma atualização de código, que afetou milhares de anunciantes em diferentes países e foi revertido nas primeiras horas de 10 de outubro.
A Meta também se manifestou sobre um incidente ocorrido na quarta-feira, 14, quando usuários relataram restrições na ferramenta de inteligência artificial. Segundo o UOL Notícias, a plataforma havia permitido gerar imagens de cartazes usando o nome de Flávio Bolsonaro, mas apresentava restrições semelhantes quando o nome de Lula era utilizado. A empresa justificou essa diferença como uma 'lacuna específica' nas proteções, que afetava combinações de nomes comuns e números eleitorais, e que foi corrigida no mesmo dia.
De acordo com a CartaCapital, a Meta reiterou que não toma partido em nenhuma eleição e que as alegações de favorecimento são falsas. A plataforma justificou os bloqueios de setembro e outubro como resultado de uma falha global no sistema que afetou 100 países, travando a contagem de visualizações em reels, sem impactar a distribuição real dos vídeos. A Meta também alegou que as restrições da Meta AI foram implementadas para cumprir normas eleitorais.
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2º turno
Intervenção judicial e garantia de paridade nas campanhas
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já havia se reunido com representantes da Meta para discutir o uso de inteligência artificial e a necessidade de garantir condições equilibradas às campanhas durante a reta final da eleição, conforme apurado pela Crítica de Campo Grande.
Em nota divulgada na sexta-feira, 16, o plenário do TSE referendou por unanimidade uma decisão que proíbe a Meta de limitar o alcance de conteúdos políticos relacionados aos candidatos à Presidência e de favorecer qualquer um deles no uso da ferramenta de inteligência artificial.
Segundo o UOL Notícias, essa decisão atende parcialmente a um pedido da Coligação Brasil Pronto pra Mais e estabelece multa diária de R$ 500 mil caso a Meta descumpra a regra. A decisão também impede que a plataforma veicule anúncios de teor político-eleitoral para o público brasileiro se estes forem pagos ou geridos por contas estrangeiras.
A CartaCapital informou que, em uma decisão de quinta-feira, 15, o ministro Marco Aurélio Bellizze proibiu a Meta de desabilitar contas de anúncios de candidatos sem prévia análise humana. Além disso, o ministro determinou que a plataforma ajustasse seus algoritmos para que a exclusão de recomendação atingisse somente os perfis oficiais dos candidatos e exigiu critérios idênticos de atendimento ou recusa para ambos os candidatos na ferramenta de IA em até 24 horas.
Fontes
- UOL Notícias: Meta admite falhas na campanha de Lula, mas nega interferência nas eleições
- A Crítica de Campo Grande: Meta admite falhas que afetaram campanha de Lula, mas nega interferência nas eleições
- CartaCapital: Meta cita ‘falha’, mas nega interferência nas eleições brasileiras
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.