Meta e eleições 2026: incidentes técnicos e alegações de viés
Plataforma nega favorecimento político e detalha falhas em contas de candidatos
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de Valor Econômico, G1
Decisões do TSE e a atuação da Meta
Segundo o Valor Econômico e o G1, o ministro Marco Aurélio Bellizze, do Tribunal Superior Eleitoral, determinou que a Meta não deve interferir na distribuição de conteúdo político-eleitoral de nenhum candidato até o fim do segundo turno das eleições. A decisão foi dada sob pena de multa diária de R$ 500 mil. O Valor Econômico informa que a decisão está em julgamento pelo plenário virtual do TSE e já há maioria para referendar o parecer de Bellizze.
A Meta, em nota, afirmou que não toma partido em nenhuma eleição e que suas regras e aplicações são iguais para todos os grupos políticos. A empresa esclareceu que as medidas implementadas em suas plataformas visam cumprir as regras eleitorais, e não constituem penalidades ideológicas.
A plataforma também se reuniu com a cúpula da corte eleitoral para tratar do tema, ocasião em que apresentou informações sobre episódios identificados e trabalhou para aperfeiçoar filtros de suas ferramentas de IA.
Segundo o G1, a decisão de Bellizze foi proferida em ação protocolada pela campanha de Lula, após a alegação de que a empresa estaria falhando de forma sistemática na entrega de postagens da coligação.
Quem aparece nesta matéria
- Ver a apuração de Lula →

LULA
Presidente · Brasil · PT
Eleito - Ver a apuração de Flavio →

FLAVIO BOLSONARO
Presidente · Brasil · PL
2º turno
Incidentes técnicos em contas de campanha
A Meta divulgou que houve diversos incidentes técnicos que afetaram contas de diferentes posições políticas. Segundo o Valor Econômico, em 23 de setembro, a conta de anúncios de Lula foi desativada por engano, e não por razões políticas. A empresa explicou que o bloqueio ocorreu após um anúncio ser classificado como uma “possível tentativa de se passar por um programa social do governo” durante uma análise mais ampla de combate a fraudes.
Sobre o mesmo tema, o G1 detalhou que a suspensão da conta de anúncios da campanha de Lula (PT) ocorreu em 23 de setembro e durou pouco mais de uma hora. A Meta afirmou que o bloqueio foi resultado de uma análise antifraude incorreta, adotada no âmbito de um acordo firmado com a Advocacia-Geral da União (AGU) para combater golpes envolvendo programas federais.
Outro incidente citado foi em 7 de outubro, quando a contagem de visualizações de Reels ficou congelada, incorreta ou zerada por cerca de cinco horas. O Valor Econômico e o G1 destacam que esse problema não se restringiu à conta de Lula, e que a campanha de Flávio Bolsonaro também entrou em contato com a Meta naquele dia para relatar o mesmo problema.
Em 9 de outubro, a Meta reportou ter identificado uma falha global no Gerenciador de Anúncios. Segundo o G1, essa falha foi causada por uma atualização de código e impediu temporariamente anunciantes de criar anúncios a partir de publicações já feitas no Instagram, afetando milhares de perfis.
Restrições em IA e alegações de viés
A empresa negou que suas ferramentas tivessem qualquer tipo de “viés” e garantiu que suas regras são aplicadas igualmente a todos os candidatos e partidos. Segundo o Valor Econômico, a Meta explicou que o bloqueio temporário da Meta AI de recomendar ou gerar imagens de candidatos no Brasil foi necessário para cumprir as regras eleitorais.
A Meta detalhou que o incidente específico envolvendo candidatos foi fruto de uma “lacuna específica em suas proteções, e não de um viés político”. Segundo o Valor Econômico, os sistemas bloqueavam prompts que mencionavam claramente qualquer candidato, mas nem sempre reconheciam um candidato quando um primeiro nome comum era combinado com um número eleitoral.
A empresa afirmou que bloquear isoladamente nomes comuns como ‘Flávio’ ou ‘Luiz’ impediria muitas solicitações cotidianas de geração de imagens e solicitações não políticas. O G1 também mencionou que, de acordo com o jornal Folha de S. Paulo, funcionários da Meta admitiram que as restrições prejudicaram as contas de Lula em comparação com as de Flávio Bolsonaro.
LulaFlávio BolsonaroLuiz Inácio Lula da SilvaBolsonaroPTMetaeleições 2026TSEincidentes técnicosviés
Fontes
- Valor Econômico: Meta admite ‘incidentes técnicos’ que afetaram campanhas e nega interferência em eleições
- G1: Meta nega interferência política nas eleições do Brasil e cita incidentes técnicos em redes de Lula
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.