Meta e eleições 2026: TSE pede esclarecimentos sobre alcance de conteúdos
Campanha de Lula aciona Justiça Eleitoral e ANPD por suspeitas de tratamento desigual nas plataformas
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de Tribuna de Jundiaí, Poder360, News Rondônia
Meta nega favorecimento e atribui falhas a problemas técnicos
A Meta, responsável pelas plataformas de redes sociais, negou acusações de favorecer o candidato Flávio Bolsonaro (PL) durante o período eleitoral. Segundo a empresa, as falhas de alcance de conteúdo foram atribuídas a problemas técnicos. Em nota, a Meta afirmou que cumpre as normas eleitorais e que as condições de uso das plataformas são iguais para todos os usuários. A companhia também esclareceu que as falhas não afetaram exclusivamente perfis brasileiros, e que as suspeitas de favorecimento político apresentadas pela campanha petista são consideradas falsas.
Apesar das negativas, a campanha petista acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) por suspeitas de interferência no processo eleitoral brasileiro. O caso envolve questionamentos sobre a distribuição e o alcance de conteúdos políticos nas redes sociais.
O ministro Marco Aurélio Bellizze, do TSE, determinou que a Meta apresentasse esclarecimentos em um prazo de 48 horas. A decisão, tomada em 10 de outubro de 2026, exigiu que a empresa detalhasse possíveis restrições na distribuição de publicações, mudanças nas métricas de visualização e os motivos para eventuais bloqueios geográficos. O TSE também solicitou informações sobre a exclusão de recomendações e sobre 255 perfis falsos supostamente criados com inteligência artificial, que, segundo o PT, acumularam milhões de visualizações e divulgaram ataques contra o presidente e a primeira-dama.
A Justiça Eleitoral pediu esclarecimentos sobre o tratamento de conteúdos e anúncios, buscando entender se houve restrições indevidas ou tratamento desigual na circulação de conteúdos eleitorais.
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FLAVIO BOLSONARO
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Dados de engajamento e questionamentos da campanha petista
Em paralelo aos questionamentos sobre o alcance algorítmico, a campanha petista apresentou dados que apontam diferenças no desempenho dos perfis dos presidenciáveis. Segundo o PT, um levantamento da Secretaria Nacional de Comunicação indicou que a página de Flávio Bolsonaro registrou, em média, 2,96 vezes mais engajamento do que a de Lula. Esse dado foi registrado mesmo com o senador possuindo 17,2% menos seguidores.
No entanto, o próprio PT ressaltou que essa diferença de engajamento, isoladamente, não comprova manipulação dos algoritmos ou favorecimento eleitoral. A campanha petista também relatou dificuldades para impulsionar publicações e interrupções na contagem de visualizações.
O caso atual, segundo as fontes, ocorre em um contexto mais amplo de debates sobre a influência das grandes plataformas digitais. Historicamente, a Meta já esteve envolvida em controvérsias sobre transparência e moderação de conteúdo, como o caso Cambridge Analytica e multas da FTC em 2018, e também em discussões sobre a regulação das redes sociais, como em janeiro de 2025, quando Mark Zuckerberg anunciou uma aproximação com o governo republicano de Donald Trump.
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Fontes
- Tribuna de Jundiaí: Meta atribui menor alcance de Lula nas redes sociais a problemas técnicos
- Poder360: Meta atribui falhas em posts de Lula a problemas técnicos
- News Rondônia: Meta atribui a problemas técnicos redução de alcance de Lula
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.