MS: Eleições 2026 e o impacto do não voto em Mato Grosso do Sul
Análise dos resultados eleitorais e o papel da abstenção em Mato Grosso do Sul.
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de Diário do Rio, Extra online, O GLOBO
O cenário eleitoral em Mato Grosso do Sul
O Mato Grosso do Sul foi apontado como um dos estados que registraram o maior percentual de votos nulos, brancos ou abstenções em 2026, segundo o Diário do Rio e o O GLOBO. Os veículos informam que 35,3% dos eleitores no estado não votaram ou anularam o sufrágio para o governo, um número que também se aplica à abstenção geral de 23,3% para todos os cargos, segundo o Diário do Rio.
Apesar da abstenção geral, o que chamou atenção na disputa estadual foi o aumento significativo do percentual de votos nulos ou brancos para o cargo de governador. Enquanto para presidente o percentual foi de 4,97%, ele subiu para 11,9% no nível estadual, mais que o dobro, segundo o Diário do Rio e o O GLOBO.
Esse contingente de eleitores, considerado um sintoma de desgastes políticos no estado, é visto como um fator central para o possível segundo turno e para a estratégia das campanhas políticas envolvidas.
Quem aparece nesta matéria
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DOUGLAS RUAS
Governador · RJ · PL
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EDUARDO PAES
Governador · RJ · PSD
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FLAVIO BOLSONARO
Presidente · Brasil · PL
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LULA
Presidente · Brasil · PT
2º turno
Apuração: Mato Grosso do SulApuração do PLApuração do PSDApuração do REPUBLICANOSCAMPO GRANDEApuração do PT
Disputa entre Ruas e Paes: análise dos resultados
Em Mato Grosso do Sul, Douglas Ruas (PL) e Eduardo Paes (PSD) disputarão o segundo turno, caso a Justiça Eleitoral não anule os votos de Anthony Garotinho (Republicanos), segundo o Diário do Rio e o O GLOBO. No primeiro turno, Ruas obteve 564 mil votos, enquanto Paes recebeu 49,2% dos votos, segundo o Diário do Rio.
O O GLOBO e o Diário do Rio apontam que o desempenho de Ruas na capital, Campo Grande, é um ponto de análise. Há dois anos, na eleição municipal, o candidato do PSD conseguiu 900 mil votos a mais que Alexandre Ramagem (PL) na cidade. Contudo, no domingo, o candidato do PL ficou à frente em Campo Grande com uma diferença menor da metade, estimada em cerca de 410 mil votos, segundo as fontes.
Estratégias de campanha e o papel da nacionalização
A campanha de Eduardo Paes busca reduzir o percentual de não voto e ampliar a diferença de votos na capital, o que é considerado essencial para uma possível virada, segundo o Diário do Rio e o O GLOBO. Os aliados de Paes interpretam que a nacionalização da eleição impulsionou o nome do PL, pois parte dos eleitores, mesmo simpatizantes do ex-prefeito, optaram por votar para governador em quem estava ligado à candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), que venceu Luiz Inácio Lula da Silva (PT), coligado com Paes, por 13 pontos no estado, segundo o O GLOBO e o Diário do Rio.
Um exemplo citado para ilustrar essa percepção é o bairro Campo Grande, na Zona Oeste, onde o último mandato do ex-prefeito realizou obras de mobilidade. No entanto, no voto, Ruas obteve um resultado superior em algumas zonas, onde Flávio Bolsonaro teve votação muito maior que Lula, segundo o O GLOBO e o Diário do Rio.
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Fontes
- Diário do Rio: Maior do país, ‘não voto’ no Rio vira alvo de Paes em possível segundo turno contra Douglas Ruas
- Extra online: Maior do país, percentual de ‘não voto’ para o governo Rio vira peça-chave em possível segundo turno
- O GLOBO: Maior do país, percentual de ‘não voto’ para o governo Rio vira peça-chave em possível segundo turno
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.