PF investiga ligação de policiais com facção no Rio de Janeiro
Operação Magen apura venda de armas e vazamento de dados sigilosos
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de Diario de Pernambuco, J3News, Agência Brasil
Operação Magen e os alvos da investigação
A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Magen, cumprindo sete mandados de prisão preventiva e 18 de busca e apreensão contra um grupo investigado por ligações com uma facção criminosa no Rio de Janeiro.
Segundo o Diario de Pernambuco e a Agência Brasil, a investigação apura crimes como a venda ilegal de armas e munições, o vazamento de informações sigilosas e lavagem de dinheiro.
De acordo com as fontes, os alvos da operação incluem um policial civil, um policial militar e ex-policiais.
A investigação, conduzida pelo Grupo de Investigações Sensíveis (GISE) da PF e pelo Grupo de Atuação Especializada de Defesa da Integridade e Repressão à Sonegação Fiscal do Ministério Público do Rio (MPRJ), identificou que a organização criminosa mantinha uma estrutura dedicada à obtenção, transporte e revenda clandestina de armamentos.
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Esquema de armamentos e vazamento de dados
As fontes jornalísticas relatam que o grupo investigado comercializava fuzis de uso restrito, pistolas, revólveres, carregadores e munições.
Segundo a PF, há indícios de que os alvos da operação forneceram pelo menos dez fuzis AR-15 diretamente à principal liderança criminosa do Complexo de Israel.
Os policiais e ex-policiais seriam suspeitos de acessar sistemas restritos da Administração Pública para repassar dados sigilosos à facção.
Essas informações incluíam detalhes sobre mandados de prisão em aberto, endereços, registros de veículos e alvos de ações policiais em andamento.
O vazamento desses dados permitia que os criminosos fossem avisados sobre as ações das forças de segurança, evitando abordagens e prisões. Além disso, as informações sigilosas também eram usadas para realizar investigações clandestinas com o objetivo de extorquir outros criminosos.
Lavagem de dinheiro e o Complexo de Israel
Além do comércio ilegal de armas e dados, a PF apura um esquema de lavagem de dinheiro.
Segundo o Diario de Pernambuco, mais de R$ 100 milhões foram movimentados em um intervalo de quatro anos, utilizando contas pessoais e empresas de fachada.
De forma geral, as fontes indicam que o esquema criminoso operava no Complexo de Israel, na zona norte da capital fluminense, e que o dinheiro obtido com as atividades ilegais era lavado por meio de manobras de dissimulação.
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Fontes
- Diario de Pernambuco: PF investiga ligação de policiais com facção criminosa no Rio
- J3News: Polícia Federal investiga policiais suspeitos de ligação com facção no Rio
- Agência Brasil: PF investiga ligação de policiais com facção criminosa
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.