Romeu Zema: TRE-MG vai apurar celular na cabine de votação
Candidato à Presidência foi visto com o aparelho em Araxá; tribunal afirma que a conduta é irregular e avaliará as circunstâncias do caso.
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de Banda B, Portal Mário Adolfo, A Crítica de Campo Grande
Tribunal eleitoral vai analisar o episódio em Araxá
O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) vai apurar a entrada de Romeu Zema (Novo) com um celular na cabine de votação, em Araxá, no interior de Minas Gerais. O candidato à Presidência votou na Escola Estadual Delfim Moreira, onde foi visto com o aparelho durante o procedimento.
Segundo as fontes, o presidente do TRE-MG, Carlos Henrique Perpétuo Braga, afirmou que as circunstâncias ainda serão examinadas antes de qualquer decisão. O material divulgado não informa prazo para a conclusão da análise nem eventual medida a ser adotada pela Justiça Eleitoral.
Braga classificou o episódio como uma “sucessão de equívocos”. De acordo com os relatos, as equipes responsáveis pelas seções eleitorais receberam orientação para impedir que os eleitores entrem na cabine com aparelhos eletrônicos. O presidente do tribunal também disse que a responsabilidade não será definida antes da apuração.
Quem aparece nesta matéria
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ZEMA
Presidente · Brasil · NOVO
Não eleito - Ver a apuração de Carlos →

CARLOS HENRIQUE
Deputado Estadual · MG · REPUBLICANOS
Eleito
Candidato diz que não foi alertado pelos mesários
Após votar, Zema afirmou que não recebeu dos mesários a orientação para deixar o celular antes de entrar na cabine. O candidato declarou que não fotografou a urna e que não utilizou o aparelho para consultar informações durante o voto.
Em declaração reproduzida pela Banda B e por A Crítica de Campo Grande, Zema explicou que costuma carregar o telefone o tempo todo e comparou o hábito a ter o aparelho como uma extensão do próprio corpo. Ele também afirmou que levaria o celular à mesa caso tivesse sido avisado.
A Crítica de Campo Grande informou ainda que o candidato disse ter levado a anotação dos números em papel, e não no telefone. A anotação em papel é apresentada nas fontes como a alternativa recomendada pela Justiça Eleitoral para auxiliar o eleitor durante a votação.
Regra proíbe celular dentro da cabine
O artigo 91-A da Lei das Eleições proíbe o porte de celular, câmeras, filmadoras e outros equipamentos capazes de registrar, transmitir ou divulgar o voto dentro da cabine. O aparelho deve ser desligado e entregue à mesa receptora antes de o eleitor seguir para a urna.
As fontes também informam que o celular pode ser apresentado ao mesário para o uso do e-Título, mas precisa permanecer com a mesa até o fim da votação. Caso o eleitor se recuse a entregar o aparelho, ele não vota enquanto estiver com o telefone, e a ocorrência pode ser registrada na ata da seção, com possibilidade de acionamento da polícia.
Há uma diferença de ênfase entre os relatos sobre a consequência jurídica. O Portal Mário Adolfo afirma que o uso caracteriza crime eleitoral e pode resultar em detenção, enquanto a Banda B registra que a conduta pode caracterizar crime e ressalta que o caso específico ainda precisa ser analisado. A Crítica de Campo Grande destaca que eventual responsabilização depende da apuração do TRE-MG.
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Fontes
- Banda B: TRE-MG vai apurar uso de celular por Zema em cabine de votação: “Sucessão de equívocos”, diz presidente do tribunal
- Portal Mário Adolfo: Tribunal Eleitoral de Minas vai apurar uso de celular por Zema na urna
- A Crítica de Campo Grande: Zema é flagrado com celular na cabine de votação e TRE-MG vai apurar
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.