São Paulo: Nunes critica Zanin e nega falta de ônibus em 2026
Prefeito de São Paulo questiona decisão do STF e garante que o transporte público funcionou bem no segundo turno eleitoral.
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de Portal VV8, Revista Oeste, Estadão
Questionamentos sobre a decisão de prorrogação da votação
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, criticou a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal, de prorrogar o horário de votação do segundo turno das eleições presidenciais em 25 de outubro de 2026.
Nunes questionou a competência do STF para determinar tal prorrogação, ressaltando a importância do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para questões eleitorais.
Segundo o Portal VV8 e a Revista Oeste, o prefeito classificou a decisão como “muito estranha”, e questionou o procedimento judicial adotado, especialmente por ter ocorrido próximo ao horário de fechamento das urnas.
Ambas as fontes citaram que Nunes relembrou que Zanin atuou como advogado de Lula antes de ingressar no STF.
O prefeito também mencionou uma manifestação anterior do ministro Edson Fachin sobre o princípio do juiz natural, que determina que os processos devem ser analisados pela autoridade judicial competente, conforme citado por Revista Oeste e Portal VV8.
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Detalhes sobre o transporte público em São Paulo
Em relação à oferta de transporte público na capital paulista, Ricardo Nunes rebateu críticas sobre a disponibilidade de veículos.
Segundo o Portal VV8, a Prefeitura estabeleceu um planejamento com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para atender os eleitores, utilizando uma frota de ônibus 40% superior àquela usualmente usada nos domingos do primeiro turno.
O prefeito informou que a SPTrans recebeu, às 13h10 de sábado, 24, uma determinação judicial para colocar 100% da frota em circulação, e as concessionárias foram comunicadas às 13h32, segundo o Portal VV8.
A Revista Oeste detalhou que, de acordo com o prefeito, as concessionárias foram comunicadas apenas 22 minutos após a notificação.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, também mencionou que Nunes afirmou que, no primeiro turno, a Prefeitura determinou que a frota tivesse 40% a mais do que o usual aos domingos.
Nunes garantiu que, apesar de reconhecer que mobilizar aproximadamente 10 mil profissionais em curto prazo poderia gerar dificuldades operacionais, a quantidade de ônibus disponível no domingo foi suficiente para atender a demanda.
De acordo com o Estadão, o prefeito declarou: “Não houve, em nenhum lugar da cidade, falta de ônibus. Tivemos uma quantidade superior à demanda necessária. Não tínhamos pontos lotados, os terminais estavam vazios”.
O Estadão acrescentou que, após pedido do TRE, a Prefeitura determinou às concessionárias a operação com 100% da frota nas ruas no segundo turno.
A Prefeitura de São Paulo, segundo o Estadão, registrou 3,4 milhões de passageiros no primeiro turno, volume 57,5% inferior ao total de lugares ofertados.
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Fontes
- Portal VV8: Ricardo Nunes critica decisão de ministro do STF sobre prorrogação de votação e nega falta de ônibus em São Paulo
- Revista Oeste: Ricardo Nunes critica Zanin e nega falta de ônibus durante 2º turno
- Estadão: Tarcísio cobra explicações para decisão de Zanin; Nunes nega falta de ônibus em São Paulo
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.