Violência política contra mulheres aumenta em 2026
Dados e relatos sobre agressões e ameaças em campanhas eleitorais
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de portal do amazonas, O Alto Acre, Tudo Rondônia
Contexto histórico e dados de violência política
Em um contexto eleitoral, o Brasil registra um aumento nas agressões políticas de gênero contra mulheres. A data de luta contra a violência à mulher, comemorada neste sábado (10), foi instituída para marcar um ato histórico ocorrido em 1980, quando mulheres se reuniram nas escadarias do Teatro Municipal de São Paulo para contestar o aumento dos crimes de gênero no país.
Segundo levantamentos de organizações de direitos humanos como Terra de Direitos e Justiça Global, foram registrados 134 casos de violência política durante a campanha até o primeiro turno das eleições, realizado no último domingo (4). Isso representou um caso a cada nove horas.
Os dados indicam que, no total, 70 vítimas de violência política foram mulheres, o que corresponde a 52,2%. Especificamente entre os 102 episódios direcionados a pessoas candidatas, 60 vítimas eram mulheres, representando 58,8%. Assim, as mulheres foram alvos em mais da metade dos episódios de violência, mesmo representando cerca de um terço das candidaturas.
Outras fontes apontam que a Central de Atendimento à Mulher, o Disque 180, registrou 1.564 denúncias de violência política contra mulheres entre janeiro e agosto de 2026.
Quanto à composição das vítimas, as mulheres pretas e pardas são as principais vítimas. Das 1.564 denúncias, mais de 53% (842) são de violência política sofridas por elas, seguidas por 37,72% (590) de denúncias de violências sofridas por mulheres brancas. As demais 8,44% (132) foram denúncias com impacto em mulheres de outras raças.
Quem aparece nesta matéria
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ANA ELISA
Deputado Federal · MG · PT
Eleito - Ver a apuração de Nikolas →

NIKOLAS FERREIRA
Deputado Federal · MG · PL
Eleito
Casos e impactos da violência em candidatas
Organizações da sociedade civil entregaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um documento com diversas denúncias de agressões contra mulheres candidatas nas eleições de 2026. Os casos incluem violência física e verbal, além de ataques e ameaças de morte e estupro.
As ameaças de morte e violência sexual denunciadas por Ana Elisa, deputada federal eleita pelo PT-MG, ilustram o cenário de violência política no Brasil durante o pleito de 2026. Ela relatou à Polícia Civil ameaças de morte e violência sexual recebidas no período da campanha.
Segundo a parlamentar, as mensagens continham ataques machistas e racistas, além de ameaças de estupro. Além disso, foram expostos dados pessoais, como endereço residencial, número de telefone e documentos. Devido a isso, o partido dela contratou segurança armada para protegê-la.
Ana Elisa recebeu 524.219 votos nas eleições de 2026 para deputada federal, o que a colocou como a segunda mais votada em Minas Gerais para o cargo, atrás apenas de Nikolas Ferreira. Ela também se tornou a mulher mais votada na história de Minas Gerais para a Câmara dos Deputados e a deputada federal mais jovem já eleita no Brasil.
A secretária Nacional de Articulação Intersetorial e Interfederativa e Participação Política do Ministério das Mulheres, Sandra Kennedy, relaciona a violência política contra as mulheres a um fenômeno maior. Segundo ela, este fenômeno é caracterizado pela exacerbação da misoginia (ódio contra mulheres e meninas), da violência doméstica e do feminicídio na sociedade patriarcal.
Sandra Kennedy descreveu as violências políticas como questões estruturais, sejam elas ameaças à vida ou violências cotidianas e veladas que buscam desestimular a participação feminina na política.
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Fontes
- portal do amazonas: Aumentam agressões políticas em mês de luta contra violência à mulher
- O Alto Acre: Aumentam agressões políticas em mês de luta contra violência à mulher - O Alto Acre
- Tudo Rondônia: Agressões políticas contra mulheres aumentam em outubro
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.