Canella, Rogéria Bolsonaro e esquemas de lavagem de dinheiro no RJ
Investigações da PF apontam esquema que movimentou mais de R$ 7,6 bilhões
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de Brasil 247, Portal AZ, Poder360
Contexto eleitoral e a desistência de Canella
A trajetória política de Márcio Canella e Rogéria Bolsonaro esteve ligada em articulações eleitorais. Em fevereiro, Rogéria Bolsonaro foi anunciada como primeira suplente na chapa de pré-candidatura de Canella ao Senado pelo Rio de Janeiro. Essa articulação ocorreu em um período em que Canella buscava apoio do PL e contava com o suporte político de Flávio Bolsonaro.
No entanto, os planos eleitorais de Canella sofreram alterações. Ele desistiu da disputa pelo Senado e optou por concorrer à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. Segundo o Poder360, Canella foi eleito deputado estadual no Rio de Janeiro, onde terminou como o segundo mais votado.
Com a mudança de foco de Canella, a participação de Rogéria Bolsonaro na suplência também foi encerrada. Ela, que já havia exercido dois mandatos como vereadora na capital fluminense, direcionou sua disputa para uma vaga de deputada federal. Contudo, ela não foi eleita para a Câmara dos Deputados.
Quem aparece nesta matéria
- Ver a apuração de Márcio →

MÁRCIO CANELLA
Deputado Estadual · RJ · UNIÃO
Eleito - Ver a apuração de Flavio →

FLAVIO BOLSONARO
Presidente · Brasil · PL
2º turno
Investigações da Polícia Federal e o esquema financeiro
O caso ganhou destaque após a Polícia Federal prender Canella durante a oitava fase da Operação Unha e Carne. Segundo o Brasil 247 e o Portal AZ, a investigação apura um esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado mais de R$ 7,6 bilhões em um período de seis anos.
A Operação Unha e Carne investiga uma organização suspeita de utilizar uma rede de postos de combustíveis na Região Metropolitana do Rio de Janeiro para movimentar e ocultar recursos. O ministro Alexandre de Moraes autorizou a operação, que incluiu mandados de prisão e de busca e apreensão em municípios fluminenses.
Além de Canella, a apuração alcançou outros indivíduos, como o delegado Marcus Amim, ex-secretário de Polícia Civil do Rio de Janeiro, e policiais civis. A Polícia Federal investiga crimes como lavagem de dinheiro, corrupção e organização criminosa.
Detalhamento das suspeitas e envolvimento político
As investigações sobre Canella também apontam possíveis relações com o Comando Vermelho (CV) e organizações milicianas na Baixada Fluminense. Um dos focos da PF envolve uma suspeita negociação entre o político e traficantes. Segundo o Brasil 247, essa hipótese investigativa sugere que os criminosos teriam concordado em permitir o acesso temporário das autoridades a determinadas áreas para obras públicas, em troca de recuo das operações policiais, com o retorno do controle dos territórios aos traficantes após a conclusão dos serviços.
A prisão de Canella, que ocorreu na quinta-feira, trouxe novamente à tona a relação eleitoral entre o ex-prefeito e membros da família Bolsonaro. No entanto, o Brasil 247 ressalta que a participação de Rogéria na pré-candidatura não implica, por si só, envolvimento dela nas irregularidades investigadas pela Polícia Federal.
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Fontes
- Brasil 247: Mãe de Flávio Bolsonaro seria suplente de Canella, preso pela PF
- Portal AZ: Mãe de Flávio Bolsonaro chegou a ser suplente de Márcio Canella ao Senado
- Poder360: Mãe de Flávio foi escolhida como suplente de Canella, preso pela PF
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.