Eleições 2026: Mudanças em locais de votação e responsabilidades
TSE esclarece que TREs são responsáveis por alterações de endereços e orienta eleitores
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de Tribuna do Agreste, Folha de S.Paulo, O GLOBO
Responsabilidade pelas alterações nos locais de votação
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kassio Nunes Marques, esclareceu que as alterações nos endereços dos locais de votação para o segundo turno das eleições de 2026 não são de responsabilidade do TSE. Segundo o ministro, a Corte não solicita, autoriza ou participa de nenhum tipo de cancelamento ou alteração de endereço.
De acordo com o ministro, a responsabilidade por essas mudanças cabe aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) dos estados. As alterações ocorrem, principalmente, em decorrência de problemas identificados no primeiro turno, como danos estruturais em escolas ou desabamentos causados pelas chuvas.
O ministro Nunes Marques reforçou que a demanda é detectada pelo cartório eleitoral e resolvida pelos TREs. Ele explicou que o TSE solicitou aos 27 TREs um levantamento atualizado das alterações previstas para o segundo turno, reunindo os dados por meio de formulários preenchidos entre segunda e terça-feira.
Segundo o ministro, o número de mudanças de locais de votação entre o primeiro e o segundo turno é 94% menor do que o registrado no mesmo período de 2022.
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Distribuição e estados afetados pelas mudanças
O levantamento de alterações aponta que 102 locais de votação em todo o Brasil sofrerão mudanças. Segundo a Folha de S.Paulo, a maioria dessas alterações se concentra na região Nordeste, que concentra 40% dos endereços modificados. O Sudeste concentra 25,5% das alterações, o Norte, 17,6%, e o Sul, 14,7%. O Centro-Oeste, por sua vez, foi a região com menos registros, totalizando 2% dos casos.
Minas Gerais foi o estado mais afetado, registrando 17 alterações. Em seguida, o Maranhão registrou 13 alterações. Outros estados com número significativo de mudanças incluem o Paraná, com nove locais, e o Ceará, com seis.
O Tribuna do Agreste listou os estados que terão alterações, incluindo Mato Grosso do Sul, Sergipe, Amapá, Rio de Janeiro, Amazonas, Pernambuco, Rondônia, Mato Grosso, Bahia, Paraíba, Espírito Santo, São Paulo, Ceará, Rio Grande do Sul, Paraná, Maranhão, Pará, Piauí e Minas Gerais. O GLOBO também citou que, entre os estados citados, Minas Gerais apresenta o maior número de alterações, com 17 locais de votação, seguido pelo Paraná, com nove, e pelo Rio Grande do Norte, com sete.
Algumas unidades da federação, como o Distrito Federal, Acre e Goiás, não registraram alterações até o momento, segundo o GLOBO.
Orientações para o eleitor
Para verificar se o local de votação foi alterado, os eleitores podem acessar o aplicativo E-título, o Autoatendimento eleitoral ou o ChatVote. O ministro Kassio Nunes Marques alertou que, mesmo que o eleitor tenha consultado com antecedência, é fundamental verificar novamente no dia da eleição, domingo (25), antes de sair de casa.
O ministro também recomendou que os eleitores evitem consultar seu local de votação em links que não sejam os oficiais da Justiça Eleitoral. Além disso, sugeriu votar pela manhã para garantir mais tempo caso a seção eleitoral tenha mudado de lugar.
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Fontes
- Tribuna do Agreste: TSE esclarece sobre mudanças nos locais de votação
- Folha de S.Paulo: Nordeste concentra 40% das mudanças nos locais de votação no segundo turno
- O GLOBO: Presidente do TSE diz que mudanças em locais de votação do primeiro para o segundo turno caíram em relação a 2022
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.