Eleições 2026: Votos após 17h e prorrogação em disputa presidencial
Análise de fontes aponta volume de votos registrados após o horário normal de votação e o impacto da prorrogação ordenada pelo STF.
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de BBC, Terra, Estadão
Votos registrados após o horário normal de votação
Um levantamento realizado pela BBC News Brasil identificou 33.866 votos para presidente registrados após as 17h de domingo (25/10), após a prorrogação da votação por duas horas. Esse volume representa 0,026% do total de 128.236.074 votos registrados no segundo turno da eleição.
De acordo com a BBC News Brasil, a diferença de votos que reelegeu Lula para um quarto mandato foi de 4.401.534 votos em todo o país, o que significa que a vantagem obtida pelo petista foi 130 vezes o número de votos depositados após as 17h.
Outras análises apontam números próximos: a Folha de S.Paulo e o portal G1 chegaram a 34.330 e 35.521 votos após as 17h, respectivamente, ambos na casa de 0,03% do total.
O Monitor do Debate Político, da Universidade de São Paulo, apontou que 34,7 mil votos foram depositados nas urnas eletrônicas após as 17h no segundo turno das eleições. Segundo o relatório da USP, esse número é inferior aos 40 mil registrados na eleição de 2022, quando não houve prorrogação do horário de votação.
Os estudos da USP e da BBC News Brasil foram baseados na análise de logs, arquivos que registram o horário de cada operação nas urnas eletrônicas. A análise da USP contabilizou 499.086 logs, representando 96,5% do total.
Segundo o relatório da USP, a maior parte dos votos posteriores às 17h ocorreu entre 17h e 17h10, período em que ainda havia eleitores na fila.
Em São Paulo, o Monitor da USP registrou 8.859 votos após o horário normal, e na Bahia, 4.190 votos. O terceiro estado com mais votos tardios foi o Rio de Janeiro, com 4.150 votos.
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Contexto da prorrogação e alegações de contestação
A votação foi prorrogada das 17h, horário previsto para o fechamento das urnas, até às 19h por determinação do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal.
A decisão de Zanin ocorreu após relatos de dificuldades de transporte em São Paulo e na Bahia, sendo solicitada a pedido de ambas as campanhas do PT e do PL, em meio a denúncias de problemas de transporte público e chuvas em diversos estados.
A prorrogação, no entanto, foi limitada às seções que continuavam abertas, sem reabrir urnas que já haviam sido encerradas, conforme detalhado pela BBC News Brasil e Terra.
Flávio Bolsonaro, senador, utilizou a prorrogação como motivo para contestar a vitória de Lula. Ele afirmou que pedirá a anulação da eleição, alegando que a extensão teria criado uma desigualdade entre quem encontrou seções ainda abertas e quem chegou a locais onde as urnas já haviam sido encerradas.
O comando jurídico da campanha de Flávio também havia feito um pedido semelhante, solicitando a prorrogação do horário de votação devido a questões climáticas.
Em resposta, o ministro Kássio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, afirmou que o adiamento do fim da votação não provocou nenhuma alteração na eleição.
A BBC News Brasil também apontou que o comando jurídico de Lula havia feito um pedido de prorrogação em função de questões de transporte em São Paulo e na Bahia.
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Fontes
- BBC: BBC identifica 33,8 mil votos após 17h em prorrogação ordenada por Zanin, menos de 0,03% dos votos totais
- Terra: BBC identifica 33,8 mil votos após 17h em prorrogação ordenada por Zanin, menos de 0,03% dos votos totais
- Estadão: Mesmo com prorrogação, só 34,7 mil votos foram registrados após as 17h, menos do que em 2022
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.