Enamed obrigatório para médicos: Congresso aprova teste para registro
Estudantes de medicina terão que passar por avaliações em três momentos da graduação, segundo o Congresso Nacional.
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de RCN 67, Diário Goianiense, ac24horas
Aprovado o Enamed e o processo legislativo
O Congresso Nacional aprovou, nesta quinta-feira (15), a Medida Provisória (MP) 1370/26, tornando obrigatório o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica. Segundo o RCN 67 e o Diário Goianiense, o texto passou pelos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, e agora segue para sanção presidencial.
A MP 1370/26, que foi instituída em junho pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tinha validade de 120 dias e estava prestes a vencer nesta sexta-feira (16). A aprovação parlamentar foi necessária para manter a validade da medida, conforme apuraram as fontes.
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Como funcionará o novo exame e sua aplicação
O novo exame, que torna o registro profissional de médicos dependente da aprovação no Enamed, será aplicado a todos os estudantes de medicina em três momentos distintos da graduação, segundo o RCN 67 e o Diário Goianiense.
As avaliações ocorrerão no segundo, quarto e sexto anos do curso. Especificamente, a primeira prova será realizada ao fim do quarto semestre; a segunda, no final do oitavo semestre e antes do internato; e a terceira, no 12º semestre, que marca o encerramento do sexto ano.
A nota final do Enamed será calculada pela média dessas três avaliações, sendo que a última prova terá um peso maior. A Comissão Nacional de Avaliação da Formação Médica será responsável por definir os critérios, os pesos e o nível mínimo de proficiência exigido.
Abrangência e regras para estudantes
O exame terá como foco verificar conhecimentos, habilidades e competências alinhados às diretrizes curriculares nacionais e às necessidades do Sistema Único de Saúde. Além disso, a avaliação fornecerá dados importantes para a fiscalização dos cursos e para a formulação de políticas públicas.
A obrigatoriedade do Enamed será válida apenas para os estudantes que ingressarem em cursos de medicina a partir de 19 de junho de 2026, que é a data de publicação da MP. Alunos já matriculados antes dessa data continuarão seguindo as regras anteriores. Médicos com diploma reconhecido no Brasil serão dispensados do exame, de acordo com o ac24horas.
Declarações e impactos do novo modelo
O deputado Doutor Luizinho, relator da matéria na Câmara, destacou que o novo modelo permitirá acompanhar a formação dos estudantes ao longo de toda a graduação, e não apenas no final. Ele ressaltou que, segundo o RCN 67, os cursos de medicina cresceram 50% nos últimos cinco anos.
O relator afirmou que o exame, diferente de provas de vestibular ou do exame da OAB, permitirá avaliar tanto o aluno quanto a faculdade durante o curso, e que, com o tempo, a sociedade poderá identificar quais são as boas e as más instituições de ensino.
Segundo o ac24horas, quem não atingir o nível mínimo de proficiência poderá refazer a terceira etapa do exame em edições futuras, com um novo cálculo da média final. A primeira média acumulada das três avaliações constará no histórico escolar do estudante concluinte, e as faculdades poderão utilizar essas notas em seus processos de avaliação acadêmica.
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Fontes
- RCN 67: Congresso aprova exame obrigatório para registro de médicos
- Diário Goianiense: Congresso aprova exame nacional de medicina obrigatório para registro profissional
- ac24horas: Congresso aprova exame obrigatório para exercício da medicina
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.