Eleições 2026: Casos de irregularidades em urnas eletrônicas
Votações em PI e RS registram ocorrências que levantam debates sobre segurança e sigilo do voto.
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de Portal Nacional dos Delegados, G1, Clic Camaquã
Ocorrências em Piauí e o sigilo do voto
Um caso de possível violação do sigilo do voto foi registrado em Uruçuí, no Sul do Piauí, durante o segundo turno das Eleições 2026. Segundo o Portal Nacional dos Delegados e G1, uma mulher foi conduzida à delegacia após publicar uma foto que exibia a urna eletrônica e um candidato durante a votação.
Neste caso, o delegado Célio Benício, diretor de Polícia do Interior, informou que a eleitora não foi autuada. No entanto, as informações sobre o ocorrido foram coletadas e o celular dela foi apreendido.
Segundo as fontes, todo o material e os dados colhidos pelas autoridades locais serão encaminhados à Polícia Federal (PF) para as providências cabíveis.
As fontes relembram que o uso de celulares e câmeras na cabine de votação é proibido pela legislação eleitoral, visando garantir o sigilo do voto e impedir que a escolha do eleitor seja registrada ou divulgada.
O Código Eleitoral, em seu artigo 312, prevê pena de detenção de até dois anos para quem violar ou tentar violar o sigilo do voto. As fontes ressaltam que a punição dependerá da apuração dos fatos e do enquadramento da conduta pelas autoridades competentes.
Além disso, segundo o Portal Nacional dos Delegados e G1, a Resolução nº 23.751 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também proíbe a entrada na cabine com aparelhos capazes de registrar, transmitir ou divulgar a escolha do eleitor, mesmo que estejam desligados.
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Suspeita de dano em urnas no Rio Grande do Sul
No Rio Grande do Sul, um incidente de suspeita de dano em equipamento eleitoral foi registrado em Tapejara, no norte do estado, durante o segundo turno das Eleições 2026. Segundo o Clic Camaquã, uma urna eletrônica precisou ser substituída após a tecla do número 3 apresentar sinais de dano por possível aplicação de cola.
A ocorrência foi notada por um eleitor, que comunicou o problema aos mesários responsáveis pela seção eleitoral na Escola Municipal de Ensino Fundamental Severino Dalzotto, por volta do meio-dia.
De acordo com Thalita Mol, chefe da 100ª Zona Eleitoral, a equipe substituiu o equipamento por uma urna de contingência, permitindo que os eleitores continuassem votando normalmente.
O Clic Camaquã informa que, após a identificação do dano, a Brigada Militar registrou um boletim de ocorrência e que a suspeita de ação criminosa deverá ser investigada pela Polícia Federal.
O episódio em Tapejara não foi isolado. O Clic Camaquã aponta que este foi o terceiro registro de suspeita de cola em teclas durante a votação naquele domingo (25) no Rio Grande do Sul.
As fontes detalham que situações semelhantes ocorreram anteriormente em Gravataí, na Região Metropolitana de Porto Alegre, e em Marau, também no norte do estado. Além disso, um caso parecido já havia sido identificado em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, durante o primeiro turno das eleições, realizado em 4 de outubro.
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Fontes
- Portal Nacional dos Delegados: Mulher é conduzida à delegacia após publicar foto de urna eletrônica durante votação no PI
- G1: Mulher é conduzida à delegacia após publicar foto de urna eletrônica durante votação no PI
- Clic Camaquã: Urna eletrônica é substituída após suspeita de cola em tecla durante votação no RS
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.