Flávio Bolsonaro e o canal 'Exército do Lula' no TSE
Detalhes sobre alegações de burlas e decisões judiciais sobre o canal
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de Muita Informação, Tribuna do Sertão, UOL Notícias
Alegações da campanha sobre o canal
A campanha de Flávio Bolsonaro alegou que o canal 'Exército do Lula' apagava sistematicamente comandos e conteúdos, o que dificultaria o monitoramento tanto pela plataforma quanto pela Justiça Eleitoral (Muita Informação).
De acordo com a equipe do candidato, o canal apagava conteúdos e comandos publicados para dificultar a fiscalização, após decisões divergentes no TSE sobre a retirada do grupo, que reunia mais de três milhões de participantes (Muita Informação).
A campanha afirmou que, entre os materiais removidos, havia links e instruções que ligavam o canal a vídeos com informações consideradas falsas sobre o cancelamento do reajuste do Bolsa Família e a redução de aposentadorias (Muita Informação).
Segundo a campanha, o canal não apenas orientava os seguidores a não encaminharem os conteúdos postados, devido aos limites de encaminhamento da plataforma, mas também a copiar e colar o material, uma prática que, segundo eles, permitiria contornar essas restrições para disseminação em massa (Muita Informação; UOL Notícias).
A equipe de Flávio Bolsonaro também alegou que o canal dava orientações para alterar o sistema de sinalização das publicações e para que os usuários compartilhassem vídeos sem assisti-los, visando enganar os algoritmos da plataforma e aumentar a relevância dos conteúdos (Muita Informação; UOL Notícias).
A campanha ainda apontou o uso de comandos curtos associados a links de conteúdos publicados em outras plataformas, uma estratégia que, segundo eles, dificultaria a identificação de possíveis informações falsas por análise do texto das mensagens (Muita Informação).
A defesa sustenta que proibir a disseminação de notícias falsas e combater canais que burlam mecanismos de controle não configura censura, mas sim uma obrigação legal (Muita Informação; UOL Notícias).
A campanha também alegou o descumprimento do Plano de Conformidade firmado entre a Meta e o TSE, que proíbe o uso de canais para fins ilícitos ou para impedir o controle (UOL Notícias).
Quem aparece nesta matéria
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FLAVIO BOLSONARO
Presidente · Brasil · PL
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ANDRÉ JANONES
Deputado Federal · MG · REDE
Eleito
Decisões e pareceres do TSE
O ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, determinou a derrubada do canal de André Janones, que possuía mais de três milhões de participantes, em um ato ocorrido no domingo (UOL Notícias).
No mesmo dia, o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva suspendeu a decisão de Nunes Marques, considerando que as provas apresentadas pela campanha de Flávio eram insuficientes (UOL Notícias).
Segundo o parecer da Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação do TSE, no período examinado (de 2 a 11 de outubro de 2026), não foram localizadas publicações que reproduzissem as afirmações de que o canal disseminava fake news (Muita Informação; Tribuna do Sertão).
O parecer técnico do TSE também verificou que, no período de 2 a 11 de outubro de 2026, não foram localizadas publicações que reproduzissem as afirmações examinadas nos autos, abrangendo textos, pré-visualizações de links, miniaturas e áudios transcritos (Tribuna do Sertão).
A assessoria técnica do TSE observou que parte das publicações antigas do canal, realizadas em setembro, foram excluídas. Além disso, apontou que duas publicações abordavam temas semelhantes a conteúdos já retirados pela alta cúpula do TSE: uma sobre Flávio e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, e outra sobre o candidato pretender 'mudar' a Constituição (Tribuna do Sertão).
O parecer do órgão também destacou que, embora a estrutura de orientações centralizadas e sincronizadas permanecesse em operação até 11 de outubro de 2026, aplicada à mobilização, não foi possível aferir se essas práticas afetaram a eficácia técnica das salvaguardas, pois isso depende de dados de uso sob guarda do provedor (Tribuna do Sertão).
O parecer do TSE também registrou que, no dia 8 de outubro, Janones afirmou que não divulgaria 'uma única fake news até o final da campanha' e que nada havia sido publicado até então (Tribuna do Sertão).
Fontes
- Muita Informação: Flávio Bolsonaro contesta relatório do TSE sobre ‘Exército do Lula’ e apresenta novas acusações contra canal
- Tribuna do Sertão: TSE avalia canal 'Exército do Lula' após demanda da campanha de Flávio Bolsonaro
- UOL Notícias: Campanha de Flávio diz que enviará novo relatório ao TSE sobre canal 'Exército do Lula'
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.