Flávio Bolsonaro e TSE: Acompanhamento de fiscais na apuração eleitoral
Tribunal Superior Eleitoral desmente acusações de expulsão de fiscais do PL e detalha acesso às áreas de totalização de votos.
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de Folha do ES, A Gazeta do Acre, O TEMPO
Acusações de Flávio Bolsonaro sobre a apuração eleitoral
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desmentiu acusações feitas pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) após o segundo turno das eleições presidenciais. Segundo o TSE, não houve expulsão de fiscais do PL da sala-cofre durante a apuração dos votos.
Flávio Bolsonaro questionou o resultado eleitoral e alegou que representantes do PL não conseguiram acompanhar determinados procedimentos de totalização, acusando a Justiça Eleitoral de impedir a atuação dos fiscais partidários na sala-cofre.
Em nota oficial, o TSE esclareceu que a sala-cofre não é um espaço aberto à visitação. O tribunal reforçou que a fiscalização ocorre em outras dependências, como a Sala de Totalização, onde representantes de legendas, observadores internacionais, advogados e integrantes do Ministério Público podem acompanhar o processo.
A Corte, no entanto, confirmou que dois fiscais do PL estiveram no edifício-sede, em Brasília, durante os procedimentos eleitorais. De acordo com o TSE, os representantes do PL acompanharam o Teste de Integridade das Urnas, no subsolo, e passaram pela Sala de Totalização e pela Sala dos Partidos Políticos, localizada no quinto andar.
O TSE detalhou que possui registros de presença e imagens da Sala de Totalização, que comprovam o acesso livre dos fiscais às unidades do TSE, rejeitando a versão apresentada pelo candidato derrotado.
Quem aparece nesta matéria
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FLAVIO BOLSONARO
Presidente · Brasil · PL
2º turno - Ver a apuração de Lula →

LULA
Presidente · Brasil · PT
Eleito
Apuração do PLApuração: São PauloApuração: ParanáApuração: Santa Catarina
Discussão sobre a prorrogação do horário de votação
Além das questões de fiscalização, Flávio Bolsonaro também questionou a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal, de ampliar o horário de votação no segundo turno.
O TSE e outras fontes indicam que a prorrogação do horário de votação foi solicitada tanto pela coligação Brasil Pronto Pra Mais, que apoiava Lula, quanto pela própria campanha de Flávio Bolsonaro.
Flávio, por sua vez, classificou a intervenção do ministro Zanin como uma alteração indevida das regras eleitorais, alegando que a extensão do horário teria gerado condições desiguais entre os eleitores, especialmente nos locais onde as urnas não foram reabertas.
O ministro Zanin, que não faz parte do TSE, determinou a prorrogação da votação até as 19h em todo o país, atendendo a pedidos que, na época, incluíam a extensão do horário em municípios de São Paulo, Paraná e Santa Catarina.
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Fontes
- Folha do ES: TSE desmente Flávio Bolsonaro sobre expulsão de fiscais durante apuração
- A Gazeta do Acre: TSE desmente Flávio sobre retirada de fiscais do PL durante apuração
- O TEMPO: TSE desmente Flávio e diz ter registros da presença de fiscais do PL na apuração
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.