Flávio Bolsonaro vota pelo fim da escala 6x1 no Senado
Senado aprova PEC que altera jornada de trabalho e gera debates sobre modelos de flexibilização
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de A Crítica de Campo Grande, CNN Brasil, Folha de S.Paulo
A aprovação da PEC do fim da escala 6x1
O senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência, votou remotamente a favor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera a jornada de trabalho. Ele registrou seu voto nesta quarta-feira (14), enquanto cumpria agenda de campanha em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.
Segundo o Senado, a PEC foi aprovada em dois turnos, totalizando 75 votos favoráveis e apenas um voto contrário em cada votação. O texto agora segue para promulgação.
A matéria aponta que a aprovação da redução da jornada com manutenção do salário é considerada uma das principais apostas de Lula para tentar uma virada na eleição. O senador Flávio Bolsonaro (PL) votou favoravelmente, embora tenha criticado o texto, considerando-o mal formulado e prejudicial à economia, segundo a Crítica de Campo Grande.
Em um comício em Porto Alegre, Flávio Bolsonaro ignorou o tema da 6x1, que não apareceu em suas redes sociais na quarta-feira. No entanto, ele declarou à imprensa que votaria a favor do fim da escala, alegando que 'a maioria dos trabalhadores brasileiros quer o fim da 6x1', conforme relato da CNN Brasil.
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FLAVIO BOLSONARO
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LULA
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SÓSTENES CAVALCANTE
Deputado Federal · RJ · PL
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Discurso político e a defesa de modelos alternativos
Apesar de votar a favor da PEC que estabelece a escala 5x2 e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas, sem diminuição salarial, Flávio Bolsonaro manteve críticas ao texto. Ele também assinou a PEC do Trabalho Flexível, que permite acordos individuais de contratação por hora.
Segundo o PL, a sigla pretende buscar, em 2027, a aprovação da PEC do Trabalho Flexível. Este modelo autorizaria a negociação da jornada entre empresas e empregados, com pagamento e direitos proporcionais às horas contratadas. O senador Rogério Marinho (PL-RN) protocolou essa PEC em 28 de maio.
O modelo de contratação por hora, segundo o texto, permite que o contrato individual tenha valor superior à convenção coletiva da categoria. Na prática, essa medida implica que uma jornada menor pode resultar em salário menor, e salário, férias, 13º e FGTS ficariam proporcionais às horas contratadas.
Flávio Bolsonaro sinalizou a empresários que poderia revisar os pontos da proposta caso seja eleito. Ele afirmou que, se eleito, o governo teria que 'bancar essa compensação', pois os empresários estariam 'sufocados' e 'quebrados', segundo a CNN Brasil.
Contexto eleitoral e divergências de posicionamento
O posicionamento de Flávio Bolsonaro ocorre em meio à disputa presidencial entre ele e Lula. O fim da escala 6x1 é apontado como uma das principais bandeiras eleitorais do PT. A aprovação da medida permite a Lula associar sua campanha a ela, enquanto Flávio registra apoio sem abandonar a proposta alternativa defendida por seu partido.
O PL defende que o apoio ao fim da 6x1 não significa mudança de posição. Sóstenes Cavalcante, líder do partido na Câmara, afirmou que 'Nós votamos aqui a favor, nunca mudou de opinião', citando a votação dos deputados.
A Crítica de Campo Grande também mencionou que a PEC do Trabalho Flexível tem a assinatura de 40 senadores, sendo 16 deles do PL, incluindo Flávio Bolsonaro. Para começar a tramitar, uma PEC precisa de um terço do Senado, ou seja, 27 assinaturas.
O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral, havia proibido a campanha de Lula de impulsionar anúncios que alegavam que Flávio era contra o fim da escala 6x1, decisão que atendeu a um pedido da campanha do PL.
Fontes
- A Crítica de Campo Grande: Flávio Bolsonaro vota a favor do fim da escala 6x1, mas PL defende contrato por hora
- CNN Brasil: Flávio Bolsonaro vota à distância pelo fim da escala 6x1
- Folha de S.Paulo: Flávio Bolsonaro silencia e vota a distância pelo fim da escala 6x1
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.