Márcio Canella: MP pede ao TSE que reavalie candidatura no RJ
Parecer aponta indícios de vínculo com milícias e esquema de lavagem de dinheiro
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de Exame, Estadão, Gazeta do Povo
Pedido do Ministério Público Eleitoral
O Ministério Público Eleitoral (MPE) solicitou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a reavaliação da candidatura de Márcio Canella, deputado estadual eleito pelo Rio de Janeiro em 2026. Segundo o parecer, o político teria envolvimento com organizações criminosas, incluindo milícias e o Comando Vermelho.
O órgão argumenta que as provas reunidas em investigações da Polícia Federal (PF) justificam a revisão da decisão que autorizou o registro de sua candidatura pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro.
O vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa, apresentou o pedido, sustentando que a Justiça Eleitoral pode barrar candidaturas de pessoas ligadas a grupos criminosos armados sem exigir uma condenação criminal definitiva.
O argumento central do MPE é que o impedimento decorre de uma situação fática vedada pela Constituição, que proíbe a influência de organizações paramilitares nos partidos políticos.
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MÁRCIO CANELLA
Deputado Estadual · RJ · UNIÃO
Eleito
Acusações de Vínculos Criminosos e Lavagem de Dinheiro
O parecer do Ministério Público Eleitoral aponta que Canella teria atuado como articulador político em um esquema de lavagem de dinheiro. As investigações da PF, que apuram um suposto esquema envolvendo uma rede de postos de combustíveis, apontam que o político teria recebido dinheiro em espécie proveniente desse esquema.
Segundo o MPE, as suspeitas de Canella envolvem não apenas o crime organizado, mas também sua atuação na administração pública. O vice-procurador-geral eleitoral destaca que há indícios de que, durante sua gestão na Prefeitura de Belford Roxo, a Operação ‘Barricada Zero’ teria envolvido acordos informais com o Comando Vermelho.
O MPE também aponta possíveis vínculos com milícias. Foi citado que, quando Canella era deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, ele teria empregado a esposa de um líder do grupo conhecido como Bonde do Jura em seu gabinete.
Além disso, o Ministério Público Eleitoral mencionou que, após assumir a prefeitura de Belford Roxo em 2025, Canella teria nomeado para secretarias municipais pessoas apontadas como lideranças de milícias da região. Segundo o parecer, ambos os indivíduos nomeados já haviam sido condenados por crimes como milícia, extorsão e porte ilegal de arma.
Contexto das Investigações da Polícia Federal
As acusações foram levantadas no contexto da Operação Unha e Carne, conduzida pela Polícia Federal, que prendeu Canella em 15 de outubro. Esta operação investiga o suposto esquema de lavagem de dinheiro por meio de uma rede de postos de combustíveis no estado.
Durante a trajetória investigativa, a PF apreendeu em endereços do político R$ 919 mil em dinheiro, além de dólares, e também encontrou um fuzil de uso restrito em seu veículo.
O Ministério Público Eleitoral reforçou que as provas obtidas no âmbito da operação Unha e Carne mostram uma “estreita vinculação” do deputado eleito com milícias da Baixada Fluminense.
O pedido do MPE será analisado pelo TSE, que deverá decidir se mantém ou reforma a decisão do TRE-RJ sobre a autorização da candidatura.
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Fontes
- Exame: MP Eleitoral pede ao TSE que barre candidatura de Márcio Canella no RJ
- Estadão: Procurador eleitoral vê ligação de Canella com Comando Vermelho e pede a TSE que derrube candidatura
- Gazeta do Povo: PGE pede ao TSE que barre candidatura de deputado eleito no RJ
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.