Márcio Canella, segundo deputado estadual mais votado do Rio, é preso pela PF
Operação Unha e Carne investiga esquema de lavagem de dinheiro em postos de combustíveis no Rio de Janeiro.
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de nn1.com.br, SRzd, UOL Notícias
Prisão e o Escopo da Operação Unha e Carne
Márcio Canella, ex-prefeito de Belford Roxo (RJ) e deputado estadual, foi preso na manhã de quinta-feira (15) em uma ação da Polícia Federal. Ele é apontado como o segundo deputado estadual mais votado do Rio de Janeiro, tendo recebido 197 mil votos, segundo o nn1.com.br e o UOL Notícias.
A prisão faz parte da oitava fase da Operação Unha e Carne, que foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Segundo a PF, o objetivo da operação é desarticular uma organização criminosa armada suspeita de utilizar uma rede de postos de combustíveis na Região Metropolitana do Rio de Janeiro como plataforma para lavagem de dinheiro.
Além de Canella, foram presos o delegado Marcus Amim, ex-secretário estadual de Polícia Civil, e outros quatro policiais civis, segundo o nn1.com.br e o SRzd. O delegado Amim foi ex-chefe da Polícia Civil do Rio e também presidente do Detran-RJ, sendo indicado ao cargo por Canella, de acordo com o UOL Notícias.
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MÁRCIO CANELLA
Deputado Estadual · RJ · UNIÃO
Eleito
Apuração: Rio de JaneiroBELFORD ROXORIO DE JANEIRONITERÓIANGRA DOS REISPETRÓPOLISARMAÇÃO DOS BÚZIOSNOVA IGUAÇUSÃO GONÇALO
Acusações e Investigação Financeira
A investigação apura um esquema que, segundo a PF, movimentou mais de R$ 7,6 bilhões nos últimos seis anos. Esse valor foi apurado a partir de um Relatório de Inteligência Financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, conforme citado pelo nn1.com.br e o SRzd.
As acusações que podem ser imputadas aos investigados são amplas e incluem, na medida de suas responsabilidades, crimes como lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, violação de sigilo funcional, formação de cartel e venda ilegal de combustíveis. As fontes informam que a operação está ligada à Força-Tarefa Missão Redentor II, coordenada pela PF para combater grupos criminosos no estado.
Segundo o UOL Notícias, a medida judicial determinou o bloqueio de bens de até R$ 700 milhões, embora a PF tivesse solicitado o bloqueio de R$ 7,6 bilhões sobre mais de 100 empresas.
Abrangência da Operação e Contexto Político
As ordens judiciais de busca e apreensão, além das prisões, foram cumpridas em sete municípios do Rio de Janeiro: Niterói, Angra dos Reis, Petrópolis, Armação dos Búzios, Nova Iguaçu, São Gonçalo e o próprio Rio de Janeiro. O nn1.com.br e o SRzd detalham que foram cumpridos outros mandados de prisão e 16 de busca e apreensão.
Em relação ao contexto político, o UOL Notícias informa que a Procuradoria Regional Eleitoral pediu o indeferimento da candidatura de Canella por causa da prisão em julho e de apurações sobre supostas ligações com o crime organizado. No entanto, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro liberou a candidatura, permitindo que Canella conquistasse seu quarto mandato consecutivo na Assembleia Legislativa.
As defesas de Canella e de Marcus Amim afirmaram que não tiveram acesso integral aos autos ou que aguardavam o acesso formal à decisão judicial, segundo as fontes.
Fontes
- nn1.com.br: PF prende segundo deputado estadual do Rio de Janeiro mais votado nas eleições
- SRzd: Aliado de Flávio Bolsonaro, segundo deputado estadual mais votado do Rio é preso
- UOL Notícias: PF prende Márcio Canella, segundo deputado estadual mais votado no Rio
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.