PL e reformas constitucionais: cenário pós-eleições de 2026
Análise do cenário político e das projeções de poder no Congresso Nacional após o pleito legislativo.
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de Blog do Paulo Pereira, Banzeiro News, SiteBarra
Projeção de bancadas e o cenário legislativo
Segundo o Blog do Paulo Pereira e o SiteBarra, as eleições para o Legislativo deram ao Partido Liberal (PL) a maior bancada da Câmara dos Deputados, com 121 parlamentares na legislatura que começa em 1º de fevereiro de 2027.
Esse número representa 24 deputados a mais em comparação com o pleito de 2022, conforme levantamento da Agência Câmara com base em dados do TSE.
A federação PT-PCdoB-PV ficou com a segunda maior bancada, totalizando 88 deputados, um aumento de seis parlamentares. Em seguida, a federação União-PP conta com 87 deputados, o que representa uma queda de 18 em relação à eleição anterior.
No Senado, o PL elegeu 19 dos 54 senadores em disputa (35,2%), com resultados de 'dobradinhas' em Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia, Santa Catarina e no Distrito Federal.
Somando os parlamentares que seguem em mandato, a bancada do PL deve atingir 28 integrantes, o que seria o maior número desde o início de uma legislatura após a Constituição de 1988, superando os 27 do então PMDB em 1999.
O Blog do Paulo Pereira e o SiteBarra apontam que a projeção para o Senado pode sofrer alterações devido a trocas de partido ou à ida de parlamentares para ministérios. Além disso, consideram que Cleitinho (Republicanos-MG) e Sérgio Moro, eleitos governadores, serão substituídos por seus suplentes, Alex Diniz (PL) e Luís Felipe Cunha (União).
Em outras bancadas, o PT conta com nove senadores, e o MDB com oito.
Quem aparece nesta matéria
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SERGIO MORO
Governador · PR · PL
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LULA
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FLAVIO BOLSONARO
Presidente · Brasil · PL
2º turno
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Cenários presidenciais e o poder no Congresso
O resultado eleitoral projeta panoramas distintos para os candidatos à presidência da República, caso haja uma vitória. De acordo com o SiteBarra e o Banzeiro News, se reeleito, o presidente Lula deve enfrentar grandes dificuldades para aprovar matérias de interesse de seu projeto.
Em contraste, o mesmo levantamento indica que Flávio Bolsonaro não deve encontrar grandes desafios para formar maiorias em votações no Congresso.
Em Goiânia, na terça-feira (6), Flávio declarou que pretende utilizar a nova bancada do PL para reformar a Constituição e 'redemocratizar o país'.
O senador detalhou que o objetivo seria apresentar Propostas de Emenda Constitucional (PECs) para reformar o Judiciário, reduzir a maioridade penal e acabar com a reeleição.
As declarações de Flávio geraram mal-estar, inclusive entre aliados, que alertaram sobre os riscos desse discurso e de um clima de 'já ganhou'.
André César, cientista político e sócio da Hold Assessoria Legislativa, avalia que o caminho para as mudanças não passa por uma nova Constituinte. Segundo ele, o foco deve ser em temas como o Judiciário, a reforma tributária e a segurança pública, pois 'Constituinte é contraproducente'.
César também pondera sobre o futuro de Lula, entendendo que uma eventual quarta gestão deve ser mais moderada e menos dependente do Legislativo, pois seria uma continuidade do que já existe, com ajustes de rota. Ele compara o perfil de Flávio, que, segundo César, seria mais radical e busca mexer na estrutura do país.
Desafios de reformas e a dinâmica partidária
Para que uma PEC seja aprovada, são necessários três quintos dos votos em cada Casa, o que equivale a 308 deputados na Câmara e 49 senadores no Senado.
Sobre a Câmara, o PL e o Novo somam 131 deputados. Com as legendas que já declararam apoio a Flávio no segundo turno — o que não implica alinhamento automático nas votações —, o bloco formado por União-PP (87), Republicanos (41) e Podemos (27) atinge 286 votos, ficando 22 abaixo do mínimo necessário.
No Senado, a campanha de Flávio estima que há 49 parlamentares alinhados ao campo bolsonarista, número igual ao exigido, mas sem garantia de apoio uniforme a todas as propostas.
André César sugere que, em caso de vitória, Flávio deve aproveitar o período de 'lua-de-mel' com o Congresso para apresentar as matérias mais impopulares o mais rápido possível.
César também observou que o 'Centrão está caminhando', citando Podemos, Republicanos e MDB, e que 16 dos 27 diretórios fecharam com Flávio, indicando que ele está 'ganhando musculatura'. Ele alerta que esse capital político precisa ser usado rapidamente, pois a 'lua de mel' é curta, durando cerca de três ou quatro meses.
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Fontes
- Blog do Paulo Pereira: Mesmo com bancada recorde, PL terá que negociar com partidos para fazer reformas constitucionais
- Banzeiro News: Mesmo com bancada recorde, PL terá que negociar com partidos para reformas constitucionais
- SiteBarra: Mesmo com bancada recorde, PL terá que negociar com partidos para fazer reformas constitucionais
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.