TSE dá 12 horas para Meta explicar alcance de perfis políticos
Decisão exige métricas de distribuição de conteúdo e prevê multa por atraso
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de Meio News, TV Sim Brasil, Poder360
Determinação do TSE e o prazo de 12 horas
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que a Meta, controladora do Instagram e do Facebook, tenha um prazo de 12 horas para explicar como as plataformas distribuem conteúdos políticos de perfis específicos. A decisão foi proferida pelo corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, em uma ação eleitoral.
Segundo o ministro, a ordem exige que a Meta forneça informações detalhadas sobre a origem das visualizações das publicações, incluindo a proporção de acessos feitos por seguidores e por usuários que não seguem os perfis. Além disso, são necessários esclarecimentos sobre os mecanismos utilizados para distribuir os conteúdos.
A decisão também estabeleceu uma multa de R$ 100 mil por hora de atraso caso a empresa não cumpra a determinação. O ministro Cueva enfatizou que a proximidade do segundo turno eleitoral, marcado para o dia 25, torna urgente a apresentação desses dados.
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Análise do alcance e influência dos mecanismos de recomendação
Os dados solicitados pelo TSE são cruciais para entender como os conteúdos políticos chegam aos usuários nas plataformas. A análise considera informações apresentadas pelo X, antigo Twitter, sobre mudanças na distribuição de publicações do perfil de Nikolas Ferreira após a retirada de um filtro que impedia a recomendação de determinados conteúdos.
De acordo com os dados citados na decisão, a participação de seguidores nas impressões das publicações de Nikolas no X sofreu uma alteração significativa. Especificamente, a participação caiu de uma faixa entre 80% e 91% para percentuais entre 28% e 41% após a alteração no mecanismo de recomendação.
O corregedor-geral eleitoral, ministro Cueva, destacou que essa mudança indica que uma parcela maior das visualizações passou a vir de pessoas que não seguiam o deputado na plataforma. Ele afirmou que 'a expressiva alteração desses percentuais evidencia a influência dos mecanismos de recomendação sobre a circulação dos conteúdos e reforça a necessidade de esclarecimentos técnicos acerca das métricas de distribuição e do alcance das publicações nas plataformas investigadas'.
Ações judiciais e os perfis investigados
As informações que a Meta deve fornecer serão utilizadas na análise de uma ação judicial apresentada pela coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Essa ação busca impedir que os perfis de Nikolas Ferreira e Pablo Marçal sejam recomendados a usuários que não os seguem.
A ação judicial aponta suspeitas de abuso de poder econômico, abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação social, envolvendo Flávio Bolsonaro, seu candidato a vice-presidente, Alfredo Gaspar, Nikolas Ferreira e Pablo Marçal.
Em relação ao processo, o ministro Cueva apontou que a Meta havia deixado de apresentar informações quantitativas solicitadas em 19 de outubro, justificando que os dados exigiam 'procedimentos adicionais de extração e validação externa'. A decisão do TSE, portanto, busca reunir informações técnicas sobre o alcance das publicações e os mecanismos de distribuição das plataformas.
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Fontes
- Meio News: TSE dá 12 horas para Meta explicar alcance do perfil de Nikolas Ferreira e prevê multa
- TV Sim Brasil: TSE dá 12 horas para Meta explicar alcance de perfis bolsonaristas
- Poder360: TSE dá 12h para Meta explicar alcance de perfil de Nikolas e fixa multa
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.