Violência política contra mulheres em 2026: dados e casos
Aumento de agressões e o impacto estrutural da misoginia no pleito eleitoral.
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de Paraíba dia a dia, Muvuca Popular, Diário de Suzano
Aumento das agressões políticas de gênero
Tanto organizações sociais quanto fontes governamentais registraram um aumento no número de casos de agressões políticas de gênero neste mês, que marca o Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher. Segundo o Paraíba dia a dia e o Diário de Suzano, dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) indicam que esses ataques aumentaram 11 vezes entre 2022 e 2026, passando de 15 para 177 processos.
Em meio ao contexto eleitoral brasileiro, um levantamento de organizações de direitos humanos, como Terra de Direitos e Justiça Global, aponta que houve 134 casos de violência política durante a campanha até o primeiro turno das eleições, realizado no último domingo (4). Este número representou um caso a cada nove horas. Desses casos, 70 tiveram mulheres como vítimas, o que corresponde a 52,2%.
O Paraíba dia a dia e o Diário de Suzano detalham que, dos 102 episódios dirigidos apenas a pessoas candidatas, 60 tiveram mulheres como vítimas (58,8%). Isso significa que, embora as mulheres representem cerca de um terço das candidaturas, foram alvos em mais da metade dos episódios de violência.
Quem aparece nesta matéria
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ANA ELISA
Deputado Federal · MG · PT
Eleito - Ver a apuração de Nikolas →

NIKOLAS FERREIRA
Deputado Federal · MG · PL
Eleito
Vítimas e o impacto da violência política
Dados da Central de Atendimento à Mulher, o Disque 180, mostram que o número de denúncias de violência política registradas contra elas alcançou 1.564 denúncias entre janeiro e agosto de 2026. De acordo com o Paraíba dia a dia e o Diário de Suzano, as principais vítimas são mulheres pretas e pardas. Das 1.564 denúncias, mais de 53% (842) foram de violência política sofrida por elas, seguidas por 590 (37,72%) denúncias de violências sofridas por mulheres brancas, e 132 (8,44%) foram denúncias com impacto em mulheres de outras raças.
No final de setembro, organizações da sociedade civil entregaram ao TSE um documento com diversas denúncias de agressões contra mulheres candidatas nas eleições de 2026. Os casos incluem violência física e verbal, além de ataques e ameaças de morte e estupro.
A secretária Nacional de Articulação Intersetorial e Interfederativa e Participação Política do Ministério das Mulheres, Sandra Kennedy, conecta a violência política contra as mulheres a um fenômeno mais amplo. Ela caracteriza esse problema pela exacerbação da misoginia, do feminicídio e da violência doméstica na sociedade patriarcal. Segundo ela, as violências políticas são, no fundo, questões estruturais, que tentam desestimular a participação da mulher na política.
Casos de ameaças e a trajetória de Ana Elisa
O cenário de violência política em 2026 é ilustrado pelos casos de ameaças de morte e violência sexual denunciadas pela deputada federal Ana Elisa. Segundo o Paraíba dia a dia e o Diário de Suzano, ela denunciou à Polícia Civil ter recebido ameaças de morte e violência sexual durante o período da campanha.
A parlamentar relatou que as mensagens incluíam ataques machistas, racistas e ameaças de estupro. Além disso, dados pessoais como endereço residencial, número de telefone e documentos foram expostos, motivo pelo qual seu partido contratou segurança armada para protegê-la.
Ana Elisa recebeu 524.219 votos nas eleições para deputada federal em 2026, garantindo o posto de segunda mais votada em Minas Gerais para o cargo, atrás apenas de Nikolas Ferreira. Ela também se tornou a mulher mais votada na história de Minas Gerais para a Câmara dos Deputados e a deputada federal mais jovem já eleita no Brasil.
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Fontes
- Paraíba dia a dia: Aumentam agressões políticas em mês de luta contra violência à mulher
- Muvuca Popular: Aumentam agressões políticas em mês de luta contra violência à mulher
- Diário de Suzano: Aumentam agressões políticas em mês de luta contra violência à mulher
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.