Dallagnol e a eleição para o Senado no Paraná
Ex-procurador fala sobre restrições de campanha e resultado das urnas
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de Estadão
A campanha de Dallagnol no Paraná e as restrições
O ex-procurador da Lava Jato e ex-deputado federal Deltan Dallagnol (Novo) publicou um vídeo nas redes sociais, na quinta-feira, 8, em que aparece chorando e relembra sua campanha ao Senado pelo Paraná. Segundo o vídeo, ele afirma ter tido a campanha restringida na reta final, mas conseguiu vencer a disputa nas urnas, atribuindo o resultado a Deus. Dallagnol acusou o ministro Floriano de Azevedo Marques, relator do processo que questiona sua candidatura, de ter contribuído para as restrições. Ele afirmou: “Eles me tiraram tudo, o ministro Floriano de Azevedo Marques, escolhido por Lula , amigo de Moraes , amigo de Toffoli , desde a década de 80, ele me proibiu de fazer campanha”. Dallagnol alegou que as medidas impostas o impediram de gastar recursos, distribuir materiais, utilizar espaços de rádio e televisão, e também de impulsionar conteúdos nas redes sociais. Ele declarou que não podia mais gastar dinheiro e que foi proibido de distribuir materiais e de usar horários de TV e rádio, além de não poder impulsionar conteúdos no Instagram. O ex-procurador também disse que as restrições o impediram de pedir votos e de divulgar seu número eleitoral, afirmando que
Quem aparece nesta matéria
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DELTAN DALLAGNOL
Senador · PR · NOVO
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LULA
Presidente · Brasil · PT
2º turno
Fontes
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.