Zanin e TSE: decisão de prorrogação gera tensão entre ministros
Ministros do TSE criticam decisão de Zanin de estender votação e temem questionamentos judiciais sobre o resultado
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de Pleno.News, O GLOBO, CNN Brasil
Decisão de prorrogação e a reação do TSE
A decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal, de estender por duas horas o horário de votação em todo o país, no domingo (25), causou constrangimento e revolta entre integrantes do Tribunal Superior Eleitoral.
Segundo relatos ouvidos pela coluna do jornal O Globo, ministros do TSE demonstraram irritação com a medida, que foi assinada pouco antes do encerramento previsto da votação.
Um ministro que acompanhava a apuração na sede do TSE relatou que todos os membros do TSE estavam insatisfeitos com a decisão de Zanin, afirmando que ele não poderia ter determinado a extensão do horário com apenas meia hora de votação.
Outro relato de ministro indicou que a impressão geral era de que Zanin não tinha experiência com o processo de votação em tempo real, e que, após a emissão do relatório de votação, seria mecanicamente impossível reabrir a urna eletrônica.
Quem aparece nesta matéria
- Ver a apuração de Lula →

LULA
Presidente · Brasil · PT
Eleito - Ver a apuração de Flavio →

FLAVIO BOLSONARO
Presidente · Brasil · PL
2º turno
Apuração do PTApuração: BahiaApuração: São PauloApuração do PLApuração: ParanáApuração: Santa Catarina
Contexto da decisão e divergências políticas
A prorrogação do horário de votação foi determinada por Zanin após o Partido dos Trabalhadores (PT) recorrer ao STF. O pedido da coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) alegava que a redução da frota de ônibus por prefeituras da Bahia e de São Paulo teria prejudicado o deslocamento dos eleitores.
O mesmo tipo de pedido de prorrogação havia sido feito anteriormente por Flávio Bolsonaro (PL) ao TSE, que pedia adiamento da votação em São Paulo, Paraná e Santa Catarina devido às condições climáticas.
O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, havia sinalizado nos bastidores que não faria intervenção na votação, que estava programada das 8h às 17h, conforme o horário de Brasília. Diante da omissão do presidente da Corte Eleitoral, o PT recorreu ao STF.
A decisão de Zanin, que determinou a prorrogação até as 19h, foi inicialmente vista como um desdobramento de uma disputa entre alas políticas. Segundo o CNN Brasil, a medida atendeu a um pedido da Coligação Brasil Pronto Pra Mais do presidente Lula.
Incertezas e receios sobre o futuro eleitoral
Apesar da ordem de Zanin, o cumprimento da prorrogação foi dificultado, pois muitas seções eleitorais já haviam desligado as urnas quando a comunicação da decisão chegou.
Em função disso, Zanin precisou publicar um segundo despacho para esclarecer que a votação deveria continuar somente nos locais onde as urnas ainda não haviam sido desligadas, delimitando assim o alcance da ordem inicial.
A situação gerou apreensão entre os ministros do TSE, que temiam possíveis questionamentos judiciais sobre o resultado.
Vários ministros relataram o receio de que o lado perdedor da disputa eleitoral pudesse questionar o resultado, prolongando o conflito no âmbito dos tribunais.
Um ministro do STF, ouvido pela CNN Brasil, criticou a condução das eleições pela cúpula do TSE e defendeu a realização de uma nova eleição, afirmando que a Justiça Eleitoral estava passando por um momento de constrangimento histórico.
Luiz Inácio Lula da SilvaFlávio BolsonaroPTPLZaninTSEprorrogaçãoeleiçõesSTF
Fontes
- Pleno.News: Decisão de Zanin gerou revolta entre ministros do TSE, diz jornal
- O GLOBO: Decisão de Zanin revolta ministros do TSE: ‘Nunca viu uma urna ao vivo’
- CNN Brasil: Decisão de Zanin constrange TSE, e ministros descartam 3º turno
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.