Flávio Bolsonaro e ações do PT contra possível compra de votos
PT planeja ações criminais contra estratégia de criptomoedas para Flávio Bolsonaro
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de Revista Fórum
A estratégia de criptomoedas e a candidatura de Flávio Bolsonaro
O Partido dos Trabalhadores (PT) e a campanha de Lula planejam apresentar quatro ações na Justiça, incluindo pedidos de medidas cautelares e processos criminais. Essas ações visam combater uma estratégia lançada por Kevim Flores, que utiliza o perfil HypersKids, que reúne cerca de 13 milhões de seguidores no Instagram. Segundo o Revista Fórum, o esquema usa vídeos de crianças dançarinas de Uganda para divulgar conteúdo associado à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL).
A estratégia, que foi revelada pela jornalista Patrícia Campos Mello na Folha de S.Paulo, oferece criptomoedas como recompensa para usuários que divulgarem o projeto nas redes sociais. O esquema está ligado à divulgação do Brasil 22 Token (B22), uma moeda digital criada na rede Solana.
O mecanismo funciona como um *airdrop*, termo do mercado de criptomoedas, onde os interessados são orientados a criar uma carteira digital, compartilhar o projeto nas redes sociais e enviar o link da publicação para validação. Ao fazer isso, eles recebem unidades digitais do B22.
O projeto anunciou a criação de 1 bilhão de tokens, dos quais 120 milhões (12%) foram destinados ao HypersKids, grupo das crianças de Uganda. Outros 100 milhões foram reservados para marketing e parcerias, 50 milhões para a equipe responsável e 30 milhões para recompensas à comunidade.
Quem aparece nesta matéria
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FLAVIO BOLSONARO
Presidente · Brasil · PL
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LULA
Presidente · Brasil · PT
2º turno
Implicações legais e a suspeita de compra de votos
O uso de criptomoedas como recompensa para a divulgação de conteúdo pró-Flávio Bolsonaro levanta suspeitas de propaganda eleitoral remunerada. Segundo o Revista Fórum, essa prática pode, dependendo da finalidade dos pagamentos e da participação dos envolvidos, configurar até mesmo compra de votos, prática proibida pela legislação brasileira.
O esquema de distribuição de criptomoedas para divulgar um candidato não configura automaticamente compra de votos. No entanto, o fato de a recompensa ser oferecida em uma moeda digital, e não em reais, não afasta a aplicação da legislação eleitoral.
A legislação eleitoral brasileira, em seu artigo 41-A da Lei nº 9.504/1997, proíbe oferecer, prometer ou entregar dinheiro, bens ou vantagens pessoais ao eleitor com a finalidade de obter seu voto. Para caracterizar a chamada captação ilícita de sufrágio, é necessário demonstrar a finalidade de obtenção do voto e os requisitos de responsabilização dos envolvidos.
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Fontes
- Revista Fórum: Lula entra com ações, inclusive criminal, por possível compra de votos com crianças de Uganda para Flávio Bolsonaro
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.