MS: Candidato militar Renan Contar e a política estadual
Eleições 2026: A participação de militares das Forças Armadas no cenário político do Mato Grosso do Sul
Texto escrito com inteligência artificial a partir de reportagens; fontes no fim
Redação Colinhas · · com informações de Avoador, Combate Racismo Ambiental
A presença militar na política nacional
O cenário eleitoral brasileiro apresenta um marco histórico na participação de militares das Forças Armadas na política. Segundo o Avoador e o Combate Racismo Ambiental, o resultado das eleições aponta para a eleição de dez militares em cargos de governo e no Congresso Nacional. Esse saldo inclui dois governadores, dois senadores e quatro deputados federais, além de 23 suplentes no Congresso Nacional.
Essa tendência é atribuída a uma categoria próxima da direita e do bolsonarismo. Os militares, com raízes no Exército Brasileiro, são responsáveis por esse resultado histórico de militarização da política no país.
No âmbito do Senado, a partir de janeiro de 2027, quatro senadores serão militares. Segundo ambas as fontes, esses são Renan Contar (PL-MS), capitão da reserva da Aeronáutica, e Antônio Nicoletti (PL-RR), 3º sargento reformado do Exército. Eles se juntarão a Hamilton Mourão (Republicanos-RS) e Marcos Pontes (PL-SP).
O Congresso Nacional nunca teve quatro senadores oriundos das Forças Armadas desde a Constituição de 1988, conforme apontado pelas fontes.
Quem aparece nesta matéria
- Ver a apuração de Contar →

CAPITÃO CONTAR
Senador · MS · PL
Eleito - Ver a apuração de Nicoletti →

NICOLETTI
Senador · RR · PL
Eleito - Ver a apuração de Jair →

JAIR BOLSONARO
Deputado Federal · SC · PL
Eleito
Apuração: Mato Grosso do SulApuração do PLApuração: RoraimaApuração do REPUBLICANOSApuração: Rio Grande do SulApuração: São Paulo
Renan Contar e o cenário em Mato Grosso do Sul
Em Mato Grosso do Sul, o capitão da reserva Renan Contar (PL-MS) foi eleito senador. Segundo o Avoador e o Combate Racismo Ambiental, ele recebeu mais de 856 mil votos de eleitores para o cargo.
A eleição de Contar marca um histórico para o estado. As fontes mencionam que, antes, em 2018, o ex-capitão do Exército já havia sido o deputado estadual mais votado na história de Mato Grosso do Sul, com 78 mil votos, um recorde não superado em 2026.
Análise sobre a politização das Forças Armadas
A ascensão de candidaturas militares no cenário político gera análises sobre a relação entre as Forças Armadas e a política. O professor Juliano Cortinhas, da UnB, avalia que o movimento de militares em candidaturas é mais um movimento de indivíduos do que da instituição militar em si. Ele sugere que o avanço dessas candidaturas destoa da aproximação das Forças Armadas com o ex-capitão Jair Bolsonaro.
Cortinhas também aponta que, em geral, os militares podem ser despreparados politicamente, seja por sua formação ideológica ou por não serem forjados para a política, e que, na opinião dele, eles não deveriam ser preparados para tal função.
Guilherme Lemos, pesquisador da UFSCar, analisa que o resultado das urnas evidencia falhas na separação dos quartéis da política partidária, sendo um fruto da histórica politização das casernas e da incapacidade dos governos civis, especialmente os de esquerda, de aprofundar o controle civil e democrático dos militares no Brasil. As fontes indicam que os eleitos estão alinhados à direita do espectro político.
Renan ContarLuciano ZuccoTarcísio de FreitasHamilton MourãoMarcos PontesAntônio NicolettiErnesto DornellesJair BolsonaroPLRepublicanosPL-MSPL-RJ
Fontes
- Avoador: Pela 1ª vez desde redemocratização, Brasil terá 10 militares no Congresso e nos governos
- Combate Racismo Ambiental: Pela 1ª vez desde redemocratização, Brasil terá 10 militares no Congresso e nos governos
Texto escrito com inteligência artificial a partir das reportagens acima, sem revisão humana. Os fatos são atribuídos a cada veículo; em caso de divergência, vale a reportagem original.